<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766432366587621600</id><updated>2011-11-27T15:22:21.536-08:00</updated><title type='text'>Estórias de Sexo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Fernando de Gravata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13310829761623922701</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766432366587621600.post-1513627548599394886</id><published>2010-08-31T11:09:00.000-07:00</published><updated>2010-08-31T11:09:03.569-07:00</updated><title type='text'>A empregadinha e suas calcinhas cheirosas</title><content type='html'>Esta estória que vou contar a vocês aconteceu há uns dois anos. A garota que vou  mencionar não está mais próxima a mim. Espero que, se ela ler esta estória,  consiga se lembrar de mim e entenda isso como uma homenagem aos momentos  deliciosos que passamos juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu nome é Fernando e tenho 36 anos. Sou  casado com uma linda mulher há uns 10 anos. Por opção não temos filhos ainda, o  que nos permitiu ambos trabalharmos. Sou gerente de uma empresa enquanto ela é  secretária de outra. Sempre levamos uma vida sem problemas e nossa relação  sexual é muito ativa. Nunca houve traições de minha parte, até conhecer a  delícia de menina que veio do interior para trabalhar em nossa  casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mulher, mesmo chegando cansada do seu trabalho, conseguia  fazer as tarefas de casa. Eu a ajudava com os afazeres de forma a não  precisarmos ter uma pessoa extra com quem dividir nosso espaço. Mas, à medida  que o tempo foi passando, isso foi se tornando inevitável. Decidimos então  contratar uma moça para a ajudar. Em um espaço de um ano nós tivemos três ou  quatro mulheres cuidando da casa, cozinhando e lavando a roupa. Nenhuma se  adaptou, talvez pelo nível de exigência de minha esposa ou outro motivo  qualquer.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Um dia, enquanto eu levava minha mulher ao trabalho ela falou  de uma menina do interior, sobrinha de uma velha conhecida. Disse que a garota  tinha uns 17 anos e queria vir para a cidade grande afim de terminar seus  estudos e ingressar na faculdade.&lt;br /&gt;- Só não quero você dando em cima da menina  - disse ela me provocando sem motivos, visto que eu nunca tinha avançado o sinal  com as outras meninas que trabalharam com a gente antes.&lt;br /&gt;- Por que? Ela é  mais bonita que você? - perguntei - E mesmo se for eu não troco a minha  gostosinha por ninguém neste mundo - finalizei com um sorriso e massageando a  nuca dela com a minha mão livre.&lt;br /&gt;- Sei - disse ela ainda desconfiada. Fiquei  imaginando que medo ela teria de uma menina de 17 anos. Meses mais tarde eu  descobriria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dias se passaram e finalmente eu e minha esposa fomos  buscá-la na rodoviária. Meus olhos se encheram de desejo ao ver aquela menina  tão novinha, aproximadamente 1,60m de altura, moreninha, magrinha, com o  corpinho bem desenhado, olhos pretos e grandes, boquinha bem pequena e lábios  carnudos, cabelos compridos e toda tímida. Seu nome era Vanessa. Ela nos  cumprimentou com a voz bem baixa e com um certo receio. Minha mulher a abraçou e  tentou acalmá-la dizendo-lhe que logo se acostumaria com a correria da cidade  grande. Em seguida fomos para casa. Preparamos um quarto só para ela, bem ao  lado do nosso. Bancando o esperto, tratei de esconder a chave deste quarto, de  forma que ela jamais o pudesse trancar. Minha idéia era aproveitar sua ausência  e sentir o cheirinho dela em suas roupas de vez em quando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias foram  passando e a Vanessa foi se acostumando com a gente aos poucos. Ela já se sentia  mais confortável com minha esposa e as duas conversavam e sorriam muito. Nos  primeiros dias ela ainda ficava o dia inteiro de calça jeans ou vestidos longos.  Mas logo começou a usar umas blusinhas bem curtinhas mostrando parte de sua  barriguinha retinha. Começou também a usar sainhas e shortinhos bem curtinhos, o  que me proporcionava uma visão excitante de suas pernas lisinhas e bem  modeladas. À noite ela ia para um colégio próximo à nossa casa. Algumas vezes eu  a levava de carro e tentava puxar conversa. Minha esperança era quebrar o gelo e  conseguir me aproximar um pouco mais dela. Eu sabia que, bancando o homem  gentil, eu logo conseguiria sua confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Amor, a Vanessa ligou aqui  dizendo que há um problema no fogão e ela não está conseguindo providenciar o  almoço - minha mulher me ligou um dia de manhã - Estou em uma reunião. Você pode  ir lá dar uma olhada?&lt;br /&gt;Respondi que sim. Depois da chegada da Vanessa em nossa  casa, essa seria a primeira oportunidade que eu teria de ficar sozinho com ela  sem o receio da minha mulher chegar de repente. Quem sabe eu conseguiria tirar  minha primeira casquinha naquela moreninha tesudinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei em casa  todo animado e fui à cozinha ver o problema. Ela estava em pé ao lado do fogão e  me disse que não conseguia acendar as chamas. Ela estava uma delícia. De top,  sainha e descalça, ela era um convite irresistível ao sexo. Me ajolhei do lado  dela e comecei a verificar a mangueira do botijão de gás.&lt;br /&gt;- O senhor precisa  de ajuda, Seu Fernando? - disse ela agachando-se do meu lado. Não sei se foi por  falta de malícia ou se ela queria mesmo me provocar. A verdade é que, olhando  para o vidro espelhado do forno do fogão, eu tinha uma visão perfeita da  calcinha dela por baixo de sua sainha. Me deliciei olhando para o pequeno volume  da bocetinha dela, dentro daquela calcinha toda cheia de desenhos. Meu pau ficou  duro na hora e minha vontade era agarrá-la ali mesmo. Mas eu sabia do perigo.  Resolvi deixar acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedi a ela que segurasse a mangueira enquanto  eu a apertava. Isso fez com que ela se aproximasse de mim, roçando seus braços  nos meus. Meu pau parecia querer explodir quando senti o cheirinho gostoso do  hálito dela ao me perguntar se estava segurando corretamente. Corrigi o problema  e me levantei, disfarçando minha ereção. Em seguida fui para meu quarto e bati  uma punheta bem devagar, imaginando como seria bom chupar a petequinha daquela  menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias seguintes meu tesão pela Vanessa só aumentava. Eu a  desejava muito e não via a hora de ficar sozinho com ela novamente e tentar  foder sua xaninha. Minha esposa, é claro, estava levando a melhor nisso tudo.  Todo o tesão que a Vanessa estava provocando em mim estava sendo descontado na  boceta e cuzinho da minha mulher. Mas eu sabia que ia conseguir alguma coisa.  Era questão de tempo. Ela já conversava mais à vontade comigo. Já havia  confidenciado que não estava namorando ninguém e que não pretendia fazer isso  tão cedo, para não atrapalhar seus estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa noite a Vanessa chegou  do colégio e minha mulher já estava dormindo. Eu estava na sala, com a luz  apagada, assistindo a um filme. Assim que a chave girou na porta de entrada eu  coloquei em um canal pornô ao qual somente eu tinha acesso. Com o som da TV no  mudo eu fechei os olhos, fingindo também estar dormindo. Ouvi os passos dela  entrando e parando bem atrás do sofá no qual eu estava deitado. Não tive  dúvidas. Ela estava assistindo. Forcei minha respiração de forma a indicar que  eu estava realmente dormindo e me mexi no sofá. Com um movimento eu "coçei" meu  saco e forcei minha pica um pouco dura para fora do calção folgado que uso para  dormir. Fiquei "dormindo" novamente, na expectativa. Como eu não ouvi mais  passos eu sabia que ela ainda estava lá, atrás de mim. Para minha felicidade,  depois de alguns minutos, eu senti um mão bem quentinha roçar meu pau  cuidadosamente, até envolvê-lo suavemente e fazer um movimento delicioso de  vai-e-vem. Sem abrir os olhos eu senti meu cacete ficando mais duro na mão dela.  Não sei por qual razão ela tirou a mão bem rápido e ouvi seus passos apressados  em direção ao seu quarto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei no sofá mais um pouco até não ouvir  mais nenhum barulho na casa. Então me levantei, desliguei a TV e me preparei  para ir ao banheiro bater mais uma punheta em homenagem àquela moreninha que  tinha acabado de pegar no meu cacete. Ao passar pelo quarto dela eu tive uma  idéia que salvou minha noite. Olhei pelo buraco da fechadura e tive uma surpresa  agradável. A luz que entrava pela janela do quarto da Vanessa mostrava-a  claramente se masturbando. Ela estava deitada de barriga para cima,  completamente peladinha, com as pernas flexionadas e um pouco abertas. Com uma  mão ela brincava com sua bocetinha enquanto apertava seus peitinhos com a outra.  Fui à loucura vendo aquela cena. Meu pau estava duro como pedra. Ou eu batia uma  punheta imediamente ou acordava minha mulher para uma foda bem gostosa. Eu não  ia conseguir dormir naquele estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, tarado feito um louco,  eu me lembrei que a Vanessa acabara de fazer xixi no banheiro do corredor. Era  esse banheiro que ela usava, e era nele que ela tomava seus banhos. Era lá que  eu ia bater uma punheta, sentindo o cheirinho da bocetinha dela no ar. Sem fazer  ruídos entrei no banheiro já punhetando meu pau. Olhei ao redor, procurando  alguma coisa dela para eu tocar, sentir o cheiro. Olhei no cesto de roupas  sujas. Para minha alegria eu encontrei uma blusinha, uma saia e uma calcinha  toda enroladinha. Cheirei cada pedaço da roupa que ela usou durante aquele dia,  com atenção especial ao fundo da calcinha dela. O cheirinho de xixi misturado ao  cheiro da petequinha dela me deixou doido de tesão. Fiquei imaginando aquela  calcinha enfiada na bundinha dela e bati uma das punhetas mais gostosas em toda  a minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da punheta decidi que era hora de dormir. Eu já  havia arriscado muito em uma noite apenas. Ao passar em frente ao quarto dela eu  olhei pela fechadura novamente. Ela estava dormindo tranquilamente. - Essa  lindinha deve ter gozado imaginando um pau bem gostoso penetrando a xoxotinha  dela - pensei enquanto me deitava ao lado da minha mulher. No dia seguinte eu  iria prestar mais atenção na maneira como a Vanessa ia se comportar em relação a  mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias seguintes minha vontade de comer aquela menina ia  aumentando cada vez mais. Eu não perdia uma oportunidade de roçar meu corpo no  dela e fazia de tudo para agradá-la. Ela, é claro, estava me dando mais  abertura. Todas as vezes que minha mulher nos deixava sozinhos eu aproveitava  para elogiar os olhos dela, os cabelos, o sorriso. Ela ficava toda vermelhinha  de vergonha, mas, o mais importante, não pedia para eu parar de lhe falar tais  coisas. Nas idas para o colégio eu já até colocava a mão na perna dela enquanto  conversávamos e contava a ela algumas piadas mais pesadas. Ela ria muito.&lt;br /&gt;-  Seu Fernando! Isso não é coisa que se fala para uma menina inocente como eu!  Veja como fiquei vermelha de vergonha - ela deixava escapar de vez em quando.  Como esta frase vinha sempre acompanhada de um sorriso em seu rostinho lindo eu  tinha certeza que ela estava entrando na jogada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um final de semana minha  esposa a levou ao shopping para umas compras. Iriam ficar a tarde inteira por  lá. Aproveitei para curtir uma punheta assistindo a um filme pornô. Fui ao  quarto da Vanessa e peguei todas as calcinhas dela que encontrei e as levei para  o sofá da sala. Caramba! Cada calcinha mais lindinha que a outra. Calcinhas  branquinhas de algodão, pretas, vermelhas, rosinhas, fio-dental, com desenhos de  bichinhos. Eu as cheirava e as esfregava no meu cacete duro bem lentamente,  sentindo o tecido gostoso na em toda a espessura da minha pica. Depois as  colocava abertas na minha mão. Parecia que eu estava segurando a bundinha ou a  bocetinha da Vanessa. Gozei como um louco. Eu estava me tornando um adorador de  calcinhas. De repente passei a prestar atenção até nas calcinhas da minha  mulher. Antes eu as tirava de uma vez e as jogava longe. Agora eu cheirava e  brincava com as calcinhas da Lúcia, as vezes puxando de ladinho ou enfiando-as  em sua bundinha e pedindo a ela para rebolar para mim. E ela estava adorando  este meu novo jeito de fazer sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vanessa! Encontrei uma calcinha sua  jogada embaixo do sofá ontem a noite - ouvi minha mulher falar para a Vanessa no  café da manhã do dia seguinte - Como ela foi parar lá? - completou a Lúcia com  um olhar curioso.&lt;br /&gt;Vi que a Vanessa ficou meio confusa, sem saber o que falar.  Para minha sorte ela disfarçou muito bem.&lt;br /&gt;- Me desculpa, Dona Lúcia! - disse  ela - Eu estava costurando algumas enquanto assistia TV e devo ter deixado cair.  Tomarei cuidado para não acontecer novamente.&lt;br /&gt;Minha esposa parecia ter  aceitado a explicação. A Vanessa, no entanto, fechou a cara para mim o resto do  dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O senhor é tarado, Seu Fernando? - perguntou a Vanessa de repente  enquanto eu a levava ao colégio neste mesmo dia.&lt;br /&gt;- Não entendi - fingi  desconhecer o motivo da pergunta.&lt;br /&gt;- Entendeu sim - ela disse sem olhar para  mim - O senhor andou mexendo nas minhas calcinhas. E não foi só uma vez. Além  disso eu já vi o senhor olhando minha calcinha por baixo da minha saia um montão  de vezes. Já o peguei me olhando enquanto eu dormia. Já fiz testes. Eu deixo  minha roupa de um jeito no meu quarto e quando vou ver está de outra forma. O  senhor é tarado mesmo! E vou contar para a Dona Lúcia. &lt;br /&gt;- Pelo amor de Deus!  Nem pense em uma coisa dessas - falei desesperado - Foi um impulso mesmo. Desde  que você chegou eu tenho vontade de te agarrar. Como você nunca me deu chances  eu direcionei este desejo para as suas calcinhas e sutiãs. Mas fique tranquila!  Eu nunca deixei meu esperma nas suas roupas e prometo que não farei mais  isso.&lt;br /&gt;- Na verdade eu até acho isso excitante, Seu Fernando! Esse negócio de  homem que gosta de ficar cheirando calcinhas ainda é novo para mim, mas achei  interessante. Meu medo é a Dona Lúcia descobrir - disse ela me dando um sorriso  - Gosto muito do senhor e dela. E não quero ir embora da casa de vocês de forma  alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você tem razão! Vou parar com isso! Você me deixa com muito  tesão, Vanessa! Mas vou tentar me controlar um pouco mais - falei com cara de  triste.&lt;br /&gt;- Vamos fazer assim. O senhor não entra mais no meu quarto e eu  prometo mostrar minha calcinha para o senhor sempre que for possível. Em troca o  senhor me dá a senha daquele canal de sexo. Como eu não tenho experiência  nenhuma eu posso aprender algumas coisas e quem sabe a gente até acaba transando  um dia que a Dona Lúcia não estiver em casa. Sabia que só transei umas cinco  vezes até hoje? E não gostei muito. O menino que me comeu nem sabia o que ele  estava fazendo - disse ela rindo. Dei um sorriso a ela e concordei  imediatamente. Dei a senha a ela e nos dias seguintes ela passou a ser uma  espécie de namoradinha. Sempre que a Lúcia dava uma saidinha ela me dava  beijinhos na boca, abria as pernas ou levantava a sainha para eu ver suas  calcinhas e ria muito de mim ao perceber meu pau duro, querendo comer sua  petequinha. Algumas vezes ela mesmo punhetava meu pau até eu gozar nas mãozinhas  dela. Eu estava confiante. A oportunidade de meter na bocetinha dela ia chegar  logo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Amor, estou achando que a empresa vai me mandar para um  congresso. Se isso acontecer mesmo eu vou ficar uns vinte dias fora de casa -  disse minha mulher uma certa manhã enquanto eu a levava ao trabalho - Você acha  que a Vanessa consegue cuidar de tudo na minha ausência?&lt;br /&gt;- Claro que sim -  disse eu - Ela tem se saído bem até agora, não?&lt;br /&gt;- Tem sim - ela respondeu - É  que fico preocupada em deixar a casa sob a responsabilidade de uma menina tão  novinha. E depois, quem me garante que ela não vai aproveitar e dar em cima de  você?&lt;br /&gt;- Que bobeira, Lúcia! Você sabe que eu jamais colocaria nosso casamento  em risco por causa de outra mulher - disse eu aumentando o volume do rádio e  sorrindo por dentro. Minha hora estava chegando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente o dia da  viagem da minha mulher chegou. Ela, de fato, ficaria uns vinte dias ou mais  participando de congressos e treinamentos em uma cidade bem distante da nossa.  Ela viajou à noite, enquanto a Vanessa ainda estava para o colégio. Como ela ía  ficar muito tempo fora, eu não quis dar margem para traições de sua parte.  Levei-a para o quarto e a fodi como nos tempos de namorados. Durante umas duas  horas eu a chupei e meti em sua bocetinha. Finalizei gozando bem no fundo de seu  cuzinho apertadinho.&lt;br /&gt;- Ahhhhhhhh! Que pôrra quentinha no meu rabo! Será que  aguento ficar vinte dias longe dessa pica gostosa? - disse minha mulher  rebolando a bunda e contraindo o ânus no meu cacete escorregadio. Sorri por  dentro, tendo a certeza de que ela não daria sua boceta para nenhum outro homem  durante sua viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Seu Fernando! Pensei que o senhor ia me esperar  ontem a noite para a gente namorar um pouquinho - disse a Vanessa no dia  seguinte enquanto preparava o café da manhã - Cheguei toda animada e vi o senhor  todo acabado na cama. A Dona Lúcia o deixou fraco antes de viajar? - ela  finalizou sorrindo.&lt;br /&gt;- Deixou sim, amorzinho - disse eu dando um beijinho na  boca dela - Mas teremos muito tempo para nós dois agora.&lt;br /&gt;Me sentei na mesa e  a observei. Ela estava apenas de calcinha e sutiã e me olhava atentamente. Seu  corpinho de menina chamava minha atenção em todos os detalhes. Pele morena e  sedosa, virilhas limpinhas, sem manchas nem pêlos, abaixo do umbigo um fiozinho  de pêlos bem fininhos desciam em direção à perereca dela. Os seios redondinhos  se encaixavam perfeitamente em seus sutiãs pequenos e cheios de rendinhas. A  bundinha era pequena mas bem redondinha e empinada. Era de tirar o fôlego.&lt;br /&gt;-  O senhor vai trabalhar hoje? - perguntou, vindo se sentar na minha perna.&lt;br /&gt;-  Vou sim! - respondi dando-lhe um abraço bem apertado - Mas quero curtir minha  gatinha hoje a noite. Durma um pouquinho a tarde e depile bem "aquelas partes"  que quero beijar todo o seu corpinho.&lt;br /&gt;- Hummmmmm! Que delícia! Vou esperar  ansiosamente - disse ela toda sorridente - Vou assistir uns filmes naquele canal  para ficar toda cheia de tesão para você. &lt;br /&gt;Concordei, terminei o café e fui  para o trabalho. Finalmente aquela moreninha ia ser todinha minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  Nossa! Parecia que a aula não ia acabar nunca hoje! - disse a Vanessa ao chegar  do colégio à noite e se sentando ao meu lado no sofá - O senhor ficou com  saudades? - finalizou ela sorrindo e me beijando carinhosamente nos lábios.&lt;br /&gt;-  Fiquei sim, lindinha! Vem aqui - falei puxando ela e fazendo com que ela se  deitasse em cima de mim no sofá.&lt;br /&gt;- Espera eu fazer xixi! Rapidinho eu volto -  disse ela correndo para o banheiro.&lt;br /&gt;Quando ela voltou eu a sentei no sofá e  me ajoelhei no carpete em frente a ela. Ela parecia muito nervosa e não sabia o  que fazer com as mãos. Gentilmente eu a abracei e a beijei na boca, pescoço e  nuca, sempre acariciando sua pele.&lt;br /&gt;- O senhor me trata com tanto carinho, Seu  Fernando! - disse ela bem baixinho - E eu nem sei o que fazer em troca.&lt;br /&gt;- Não  se preocupe, Vanessa! Vou cuidar direitinho de você e te ensinar algumas coisas  - falei com a boca colada no ouvido dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ohhhhh! Meu Deus! Faz isso  não! - ela deixou escapar quando tirei sua camiseta e vagarosamente desabotoei  seu sutiã. Seus peitinhos durinhos eram a coisa mais linda do mundo. Aproximei  minha boca e beijei-os. Dando lambidas e mordidinhas nos biquinhos. Ela gemia  baixinho e seu corpinho se arrepiava todo.&lt;br /&gt;- Você gosta disso, querida? -  perguntei alternando minha boca entre suas peitoquinhas maravilhosas.&lt;br /&gt;- Sim!  Chupa mais! Está tão gostoso - disse ela pegando o sutiã que eu colocara ao seu  lado - Pegue! Cheire meu sutiã para eu ver. Sente o cheiro dos meus peitinhos  nele - disse ela me dando um sorrisinho bem safado.&lt;br /&gt;Peguei o sutiãzinho dela  e o cheirei, passando-o no meu rosto. Ela me olhava, se deliciando com aquele  jogo de sedução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei então a beijar a barriga dela, com uma atenção  especial ao seu umbigo. Gentilmente a agarrei pela cintura, trazendo seu corpo  para a beirada do sofá e deixando-a quase deitada. Enquanto minha boca percorria  sua pele eu calmamente desabotoei e abri o zipper de sua calça jeans. Ela então  levantou um pouco o corpo para que eu tirasse sua calça completamente,  deixando-a só de calcinha.&lt;br /&gt;- Não tire minha calcinha ainda. Estou muito  nervosa! - disse ela. Não era mesmo minha intenção. Eu queria saborear aquela  visão deliciosa um pouco mais. Já vi muitas garotas só de calcinha, mas a  Vanessa tinha um corpinho muito lindo. E vê-la de pernas semi-abertas, com  aquela calcinha toda cheia de desenhos, cobrindo sua xoxotinha era algo que eu  não queria perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijei as coxas dela lentamente, passeando a lingua e  sentindo os pêlinhos de suas pernas cada vez mais arrepiados. Cheguei às  virilhas e dei beijinhos em toda a área próxima à bocetinha dela. Quando  abocanhei sua xoxotinha por cima da calcinha ela deu um salto para trás e levou  ambas as mãos à sua boceta.&lt;br /&gt;- Nossaaaaaaaaaaa! Fiquei até tonta! - disse ela  me olhando sorrindo - Nunca pensei que isso fosse tão bom! A gente vai mesmo  transar, Seu Fernando?&lt;br /&gt;- Você não quer? - perguntei levantando uma de suas  pernas e beijando seu pezinho lindo.&lt;br /&gt;- Não sei! Está muito rápido! Temos  vinte dias, não? A gente começa devagar hoje e deixa ir acontecendo. Acho que  vou gostar melhor assim - disse ela rindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Claro! Sem problemas - disse  eu puxando ela pela cintura novamente, deixando-a na beirada do sofá e  aproximando minha boca da calcinha dela.&lt;br /&gt;- O que o senhor vai fazer? -  perguntou ela assustada.&lt;br /&gt;- Você já vai descobrir - respondi dando um beijo  bem na testa da bocetinha dela, por cima da calcinha ainda. Em seguida coloquei  um dedo no fundo da calcinha dela, fiz uma espécie de gancho e fui puxando para  o lado, bem lentamente, revelando sua petequinha pequena e bem depiladinha, com  apenas um fiozinho de pêlos acima de seu clitóris. Um beijo no grelhinho dela a  fêz soltar um gemido de prazer.&lt;br /&gt;- Ahhhhhhhhhhhh! Faz isso comigo não! Meu  Deus!!!!! Socorro! - disse ela sorrindo e se arrepiando toda quando comecei a  dar lambidas em sua xoxotinha, que já começava a ficar meladinha. Aproveitei e  enfiei meu dedo indicador naquele buraquinho apertadinho. Como estava  quentinho.&lt;br /&gt;- Ohhhhhhhh! Seu Fernando! Que gostosoooooooo! Enfia esse dedo bem  fundo, enfiaaaaaa! Tira minha calcinha e cheira ela para eu ver!  Vai!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirei sua calcinha e a cheirei bem devagar. O fundo já estava  molhadinho do suco da petequinha dela e o cheiro estava delicioso. Meu pau  estava prestes a explodir. Rapidamente tirei minha calça e cueca. Ela me olhou  mais assustada ainda ao ver minha pica dura apontando direto para a sua  boceta.&lt;br /&gt;- Não mete em mim ainda não! Estou com medo! - disse ela olhando  atentamente para meu pau já roçando suas virilhas.&lt;br /&gt;- Precisa ter medo não,  Vanessa! Vou enfiar só a cabeça! Se doer você me fala e tiro - falei dando um  beijo carinhoso na boquinha dela. Ela não disse nada. Apenas balançou a cabeça e  me olhou em desespero. Seus olhos brilhavam e sua expressão era de ansiedade,  curiosidade e medo. Peguei firme na cintura dela e a puxei ainda mais para a  beirada do sofá. Coloquei a camisinha e pincelei a cabeça do meu pau na xaninha  dela. Até aí tudo bem. Ela apenas me olhava bem nos olhos.&lt;br /&gt;- Aiiiiiiiiiiiii!  Devagar, Seu Fernando! - ela gritou quando fiz pressão e a cabeça do meu pau  deslizou para dentro de sua grutinha quentinha.&lt;br /&gt;- Pôrra!!!! Que apertadinha,  Vanessa! Que boceta gostosa! - falei no ouvido dela apertando seu corpinho  contra o meu - Estica a mão e pegue sua calcinha para mim - pedi a ela quando  avistei sua calcinha ao seu lado no sofá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ela esticou a mão para  pegar a calcinha eu aproveitei seu momento de distração e meti meu pau um pouco  mais. Senti a bocetinha dela se abrir para receber metade da minha pica. Ela se  esqueceu da calcinha imediatamente e me olhou com a carinha mais sapequinha do  mundo.&lt;br /&gt;- Ohhhhhhh, Seu Fernando! Isso não vale! Me pegou de surpresa, seu  safadinho! - disse ela procurando minha boca e me dando um beijo de lingua.  Comecei então a meter bem rápido na xoxotinha dela, que estava molhadinha e  parecia querer sugar meu cacete.&lt;br /&gt;- Aiiiiiiii! Meu Deussss! Mete! Vou  gozar!!!!!!!!!!!! - ela gritou colocando os braços ao redor do meu pescoço e me  puxando todo para cima de seu corpinho gostoso. Colei minha boca na orelha dela,  chamado-a de putinha, safadinha e dona da bocetinha mais gostosa do mundo. Foi o  bastante para ela tremer toda e ter um orgasmo delicioso, cravando as unhas nas  minhas costas. Eu não estava aguentando mais também. Tirei meu pau rapidamente  da petequinha dela, me livrei da camisinha, punhetei meu cacete uns três  segundos e gozei como um louco, jorrando pôrra em seus peitinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Goza,  Seu Fernando! Goza bem gostoso para mim! - ela dizia enquanto eu esfregava minha  pica gentilmente em sua pele, espalhando meu esperma em sua barriga e seios.  Ambos estávamos suados e satisfeitos quando ela se deitou do meu lado no carpete  e me abraçou, toda carinhosa.&lt;br /&gt;- Vanessa, você é a coisinha mais gostosa que  já me aconteceu - falei mordiscando os lábios dela. &lt;br /&gt;- Gosto muito de você,  Seu Fernando! - ela respondeu repousando a cabeça no meu peito - Que bom que  ainda temos 19 dias, né?&lt;br /&gt;- Verdade, minha gatinha! Hoje foi apenas o começo!  Vamos tomar um banho juntos?&lt;br /&gt;- Sim, amor! E quero meter mais no chuveiro!  Você aguenta? - ela perguntou com uma carinha de safada. &lt;br /&gt;- Com você eu meto  a noite inteira, dona das calcinhas mais cheirosinhas do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela  sorria bastante quando a peguei nos braços e a levei para o chuveiro. Em questão  de minutos eu já estava ensinando ela a chupar minha pica do jeito que gosto. E  fui à loucura ao vê-la insistindo em enfiar meu pau em sua boquinha tão pequena.  E como aquela menina aprendeu rápido. Metemos mais um pouco no banheiro e então  eu a levei para o meu quarto, coloquei-a de quatro na beirada da cama e penetrei  sua bocetinha sem dó. Depois ela pediu para vir por cima. Era a primeira vez que  ela experimentava tais posições e parecia estar encantada. Nem preciso dizer que  os 19 dias restantes foram recheados de muito sexo e sedução. E, como virei um  adorador de calcinhas, eu a levei a algumas lojas e a ajudei a escolher algumas  para ela usar em nossas brincadeiras. Também a levei a um dos clubes privativos  dos quais sou sócio só para vê-la desfilando de biquini e depois, já dentro do  meu carro, tirar a parte de baixo do biquini e fazê-la deslizar a boceta no meu  pau até gozarmos loucamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como tudo que é bom dura pouco, a minha  mulher retornou da viagem e tive que dar uma pausa em meu namoro com a  empregadinha. Nos meses seguintes ela ainda chupou meu pau algumas vezes e  conseguimos dar umas rapidinhas quando minha mulher caía no sono ou ficava presa  no trânsito. Infelizmente, por motivos de saúde na família, a Vanessa teve que  voltar para o interior e nunca mais nos vimos. Espero que um dia a gente volte a  se encontrar para reviver as trepadas deliciosas que demos durante o tempo que  ela morou em minha casa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766432366587621600-1513627548599394886?l=estoriasdesexocombr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/feeds/1513627548599394886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/empregadinha-e-suas-calcinhas-cheirosas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/1513627548599394886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/1513627548599394886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/empregadinha-e-suas-calcinhas-cheirosas.html' title='A empregadinha e suas calcinhas cheirosas'/><author><name>Fernando de Gravata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13310829761623922701</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766432366587621600.post-5669063636984970906</id><published>2010-08-31T10:57:00.001-07:00</published><updated>2010-08-31T10:57:25.626-07:00</updated><title type='text'>Pausa no passeio para foder a gatinha Lucélia</title><content type='html'>Olá a todos. Sou o Fernando e tenho 28 anos. Recentemente tive uma experiência  de sexo muito gostosa e gostaria de contá-la a vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou parte de um  grupo que gosta muito de sair e pedalar pelas trilhas abundantes perto da cidade  na qual moro. Gostamos do verde e às vezes pedalamos por horas a fio, sempre nos  divertindo muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos quatro: Eu, Jorge, sua namorada Amanda e Lucélia,  irmã da Amanda. Amanda e Lucélia são garotas lindas, mas Lucélia tem algo que me  deixa louco de tesão: 23 anos, loirinha, olhos verdes, boquinha bem pequena,  cabelos lisos e longos, magrinha mas com um corpinho bem desenhado. Resumindo:  Um sonho de garota. Sempre quis tê-la na minha cama mas não obtive sucesso, até  que a chance finalmente chegou.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Jorge e Amanda fizeram uma viagem para o  exterior, dando uma pausa aos nossos passeios. E, fiquei surpreso quando Lucélia  apareceu de repente na minha casa me convidando para irmos sozinhos. Ela estava  perfeita: cabelos soltos, blusinha bem curtinha, bermuda jeans, tênis. Era  realmente um tesão de menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preparei minha bike e iniciamos o passeio,  conversando coisas do dia-a-dia, colocando o papo em dia. Mas, à medida que nos  afastávamos minha mente começava a imaginar como seria gostoso foder aquela  garota ali, no meio do mato, e fazê-la gozar bem gostoso no meu pau.  Propositalmente deixei que ela seguisse na minha frente na trilha algumas vezes.  A visão daquela bundinha gostosa estava me deixando louco. Como já estavamos  pedalando há uns quarenta minutos pude perceber que ela transpirava um pouco. E  meu tesão aumentou ainda mais ao imaginar a calcinha dela já suadinha, deixando  a xoxotinha ainda mais gostosa. Propus uma parada rápida para fazermos um  lanche. Estavámos bem afastados da cidade e algo me dizia que eu não teria  oportunidade melhor para foder a bocetinha daquela deliciazinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto  eu preparava o lanche Lucélia disse que ia se afastar pois estava com muita  vontade de fazer xixi. Quase gozei ao ouvir isso. Olhei-a com carinho e  concordei, imaginando-a toda linda, com a bermuda e calcinha abaixadas e fazendo  xixi. Não pude esconder um sorriso malicioso enquanto ela se  afastava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que ela se afastou eu não me contive. Precisava ver  aquela garota peladinha. Esperei uns dois minutos e fui atrás dela, com muito  cuidado, para não ser notado. Logo a vi sentada em uma pedra na sombra de uma  árvore, há uns 100 metros de onde estávamos. Parecia estar fazendo algo mais  além de xixi. Me aproximei mais e tive uma surpresa deliciosa. Lucélia tinha  tirado a bermuda e se sentado sobre ela, estava com as pernas semi-abertas,  ainda de calcinha e massageava a xoxotinha. Seus olhos estavam fechados, o que  me facilitou aproximar ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava agora diante de um sonho. A  calcinha puxada de lado mostrava a bocetinha mais gostosinha que já tinho visto.  E Lucélia estava com tanto tesão que não se contentava em massagear seu  grelhinho. Ela estava enfiando seus dedos na bocetinha molhadinha e  escorregadia. E seus gemidos denunciavam um orgasmo prestes a  acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Lucélia" - disse eu bem baixinho e calmamente para não  assustá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela não se moveu. Apenas abriu os olhos, me olhou por um  instante e disse "Não fala nada. Só vem aqui e me beija".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me aproximei e  beijei a boca dela. Um beijo bem demorado que, pude perceber, fez seu corpo  tremer de tesão. Ela então segurou minha mão e direcionou para sua bocetinha.  Estava molhadinha e quente. Meu dedo médio deslizou para dentro dela, arrancando  um gemido delicioso. Me afastei um pouco. Olhei-a por um instante e me ajoelhei  entre suas pernas. A altura da pedra deixava sua xoxotinha confortavelmente na  altura do meu rosto. Tirei sua calcinha lentamente e beijei sua barriga. Comecei  a lamber seu umbigo e desci vagarosamente em direção à bocetinha dela. Estava  depiladinha e o cheiro era tão gostoso que meu pau parecia querer  explodir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei a lamber a bocetinha dela com lambidas completas, que  iam do grelhinho até o cuzinho e de volta. Cada vez que a ponta da minha lingua  tocava o cuzinho dela eu tinha a impressão que Lucélia ia gozar na minha boca.  Eu estava louco de vontade de transar com aquela menina mas aquele grelhinho  estava tão durinho que eu queria mosdiscá-lo um pouco mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Chupa minha  boceta com essa lingua gostosa, chupa", dizia ela, com as mãos nos meus  cabelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Sua xoxotinha tem um gosto incrível e seu cuzinho é delicioso",  disse eu enquanto a beijava novamente e vagarosamente colocava-a de quatro, com  a bundinha bem empinadinha para mim. Ela fechou os olhos quando me posicionei  atrás dela, tirei minha bermuda e cueca, coloquei as mãos em sua cintura e  forcei a cabeça do pau na entradinha daquela bocetinha maravilhosa. A altura da  pedra na qual ela estava de quatro permitia que eu ficasse de pé, enfiando e  tirando o pau daquele buraquinho quente e apertado. Ela delirava quando eu  tirava o pau, me abaixava e lambia seu cuzinho cheirosinho e gostoso. Quando eu  voltava a enfiar novamente eu sentia que o suco da xoxota dela aumentava ainda  mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Seu pau é muito gostoso, Nando. Você não sabe o quanto eu desejava  te sentir dentro de mim", disse ela entre gemidos que quase me fizeram gozar na  sua xoxotinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebi que ela queria gozar e agarrei-a com mais força.  "Aperta meu pau com sua bocetinha e goze nele. Goze neste pau que é todinho seu.  Vai, putinha lindinha", disse eu no ouvido dela. "Ahhh, Nando. Vou gozar. Me  abraça", disse ela se arrepiando toda. Meu cacete foi envolvido por um líquido  quente quando ela soltou uns gemidos mais altos e depois ficou quietinha,  empurrando a bundinha e deslizando a boceta quentinha bem devagar no meu  pau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Goze, Nando. Goze dentro de mim, vem", disse ela no momento que  explodi dentro da xoxotinha dela. "Fique parado agora, dentro de mim. Não se  mexa", disse ela sorrindo enquanto eu me jogava em cima dela, beijando e dando  mordidinhas em sua orelha. Ficamos nesta posição durante alguns minutos.  Finalmente ela foi se afastando, sua xoxotinha soltando meu pau ainda duro.  "Quer foder sua garotinha mais vezes?", perguntou. "Quero sim, minha lindinha.  Muitas vezes ainda".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei algum tempo mais beijando a boca daquela  garota maravilhosa antes de voltarmos para casa. Hoje não somos namorados, mas,  sempre que surge a oportunidade de comer a bocetinha dela eu não deixo passar.  Até o momento é uma das garotas mais gostosinhas que já fodi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enviado por  nando_taradao [e-mail oculto]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766432366587621600-5669063636984970906?l=estoriasdesexocombr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/feeds/5669063636984970906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/pausa-no-passeio-para-foder-gatinha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/5669063636984970906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/5669063636984970906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/pausa-no-passeio-para-foder-gatinha.html' title='Pausa no passeio para foder a gatinha Lucélia'/><author><name>Fernando de Gravata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13310829761623922701</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766432366587621600.post-952406824203030198</id><published>2010-08-31T10:55:00.000-07:00</published><updated>2010-08-31T10:55:13.749-07:00</updated><title type='text'>Transando com o amigo do meu marido</title><content type='html'>Sou a Viviane, loirinha, magra, tenho 29 anos e sou casada. Meu marido foi e  continua sendo o grande amor da minha vida. Ele se chama Paulo e tem 35 anos. É  alto, moreno, forte, e me come tão gostoso que, desde que nós nos casamos, nunca  tive vontade de dar para outro homem. É claro que fui uma verdadeira putinha  quando eu era solteira. Dei a boceta com vontade mesmo e gozei nas picas de  muitos homens safados e gostosos. Eu sabia que quando me casasse eu teria que me  contentar apenas com o meu esposo. E estive muito feliz com isso, até surgir a  experiência que vou lhes contar agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia desses eu estava na cama com  meu marido e ele começou a me falar de um de seus amigos. Ele disse que, em uma  de suas conversas, este amigo lhe confidenciou que tinha um problema muito  sério: não conseguia de forma alguma gozar dentro de sua mulher. Ele metia por  horas e conseguia fazê-la ter vários orgasmos. Mas ele mesmo só gozava quando  tirava o pau e batia uma punheta.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Caí na gargalhada. - Ei, isso é sério!  - disse meu marido tentando dar seriedade à situação.&lt;br /&gt;- Então o melhor é ele  experimentar em outra mulher. De repente funciona - disse eu ainda rindo.&lt;br /&gt;-  Engraçado - disse o Paulo - Eu disse a ele a mesma coisa!&lt;br /&gt;- E ele? O que  disse? - perguntei curiosa.&lt;br /&gt;- Ele me disse que já pensou no assunto. E o  interessante é que ele me disse que não se importaria se sua mulher fizesse o  mesmo com outro homem - disse meu marido pensativo.&lt;br /&gt;- E eu conheço esse seu  amigo? - perguntei cada vez mais interessada no rumo da nossa conversa.&lt;br /&gt;-  Sim. Você o encontrou semana passada no banco. É o Fábio. Ele é o gerente das  contas jurídicas. É aquele cara alto e loiro que trabalha na mesa ao lado da  minha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim. Eu me lembrava dele. Eu vi o Fábio quando fui ao banco pegar  uns documentos com meu marido. Ele me notou de imediato e veio até a mesa do  Paulo. Meu marido então me apresentou a ele. Ele devia ter aproximadamente uns  32 anos. Além de bonito ele era muito cheiroso e tinha uma conversa muito  agradável. Não pude deixar de notar como ele me comeu com os olhos. Parecia que  estava me despindo dos pés à cabeça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E a mulher dele? Você a conhece?  - perguntei ao meu marido. Aquela conversa estava me deixando excitada. Comecei  a imaginar como seria gostoso ser fodida por um pau que demora a amolecer e não  diminui de tamanho e minha calcinha já estava ficando molhadinha. Passei a mão  na pica do meu marido e notei como ela estava dura. Aquela conversa o estava  deixando com tesão também.&lt;br /&gt;- Ele apresentou ela a mim uns dois dias atrás. É  muito bonita e tem um corpinho delicioso. É claro que o corpinho da minha  mulherzinha é muito mais gostoso - disse meu marido me puxando para cima dele.  Dei um beijo bem gostoso em sua boca.&lt;br /&gt;- Bobinho, já entendi tudo - disse eu  rindo - Ele quer me comer e apresentou a mulher dele a você para ver se você se  interessa em comer ela também.&lt;br /&gt;- Pôrra! Caí igual um patinho! É isso mesmo  que aquele safado quer! - disse meu marido rindo e tirando minha blusa. Em  seguida desabotoou meu sutiã e o tirou lentamente. Meu seios lindos saltaram  diante dos olhos dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você gostaria de comer a mulher dele? -  perguntei desabotoando sua camisa.&lt;br /&gt;- E quem não gostaria de foder uma delicia  daquelas? - respondeu meu marido, levantando um pouco o corpo para que eu  tirasse sua bermuda e cueca.&lt;br /&gt;- Eu também não me importaria de dar para ele -  respondi dando um beijo na barriga do meu marido. Fiquei com receio da reação  dele. Era a primeira vez que tínhamos uma conversa assim.&lt;br /&gt;- Não mesmo? - ele  perguntou.&lt;br /&gt;- Sério! Desde que você não se importe, é claro! - disse eu  aproximando minha boca do pau dele e me preparando para dar uma mamada do jeito  que ele gosta.&lt;br /&gt;- E você vai me deixar comer a mulher dele? - perguntou meu  marido no exato momento que abri meus lábios e deslizei minha boca quentinha no  pau dele.&lt;br /&gt;- Claro que deixo, amor! Mas não pode se apaixonar por ela.  Promete?&lt;br /&gt;- Prometo, minha lindinha! Agora vem! Esta conversa me deixou louco  de tesão - disse meu marido tirando minha calcinha lentamente e revelando minha  boceta pequena e bem depilada, exatamente do jeito que ele sempre gostou.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já era de se esperar, meu marido me fodeu muito nessa noite. Depois  de tirar minha calcinha ele me arrastou para a beirada da cama, se agachou entre  minhas pernas e deu umas lambidas bem gostosas na minha boceta e no meu cú. Em  seguida, ainda na beirada da cama, pediu para eu abrir minhas pernas e  segurá-las, de forma a expor bem a minha xoxotinha. Ele então pincelou sua pica  no meu grelhinho durinho e lentamente me penetrou com seu pau duro com  rocha.&lt;br /&gt;- Ahhhhhhhhhh, Paulo! Mete, queridoooooo! - deixei escapar ao sentir  sua rôla me encher todinha. Cada vez que ele me come eu sinto minha xaninha ir  se abrindo aos poucos, se ajustando ao pau dele, bem apertadinha, como se ainda  fosse a minha primeira vez.&lt;br /&gt;- Adoro quando você aperta meu pau com essa  bocetinha gostosa - disse ele no meu ouvido e se deitando em cima de mim. Foi o  bastante para rebolar meu corpo debaixo dele e gozar, gemendo bem alto e com  lágrimas nos olhos de tanto tesão. Eu amo meu homem e a forma como ele come  minha boceta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deite-se de barriga para baixo - pediu meu marido.  Obedeci de imediato, tentando manter minha bunda bem empinadinha. Ele então  aproximou as mãos da minha bunda, me abriu todinha e cuspiu no meu cuzinho,  dando uma lambida em seguida. Eu já sabia o que vinha. Apenas fechei os olhos e  relaxei. Ele se deitou em cima das minhas costas e senti seu pau delicioso  deslizar lentamente no meu cuzinho apertadinho. - Uiiii! Que  deliciaaaaaaaaaaaaaaa! - gemi ajeitando minha bunda de forma a permitir uma  penetração bem profunda.&lt;br /&gt;- Pôrraaaaa, que buraquinho gostoso, Viviane! -  gritou meu marido, dando umas bombadas bem fortes e deixando escapar jatos de  esperma quentinho bem no fundo do meu buraquinho. Eu tinha quase certeza que ele  pensou na mulher do Fábio enquanto comia minha bunda. Mas não me importei. Eu  sei o quanto ele me ama e estava decidida a ir em frente. Eu já estava me  imaginando cavalgando a pica do Fábio e isso me deixou cheia de tesão para mais  uma rodada com meu marido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de semana seguinte meu marido  convidou o Fábio e sua mulher para jantar com a gente. Como temos uma filhinha,  pedi à minha mãe que a levasse para sua casa. O final de semana prometia e eu  não queria interrupções. Tão logo chegaram, o Fábio já me olhava com olhos  gulosos e o meu marido fazia o mesmo com a Marina, a mulher do Fábio. Ela era  realmente uma mulher muito gostosa. Aparentava uns 24 anos, morena, de curvas  bem desenhadas e lábios carnudos. Durante todo o jantar eu já imaginava o meu  marido comendo a bunda daquela mulher lindíssima. Eu me diverti muito observando  todos à mesa. O Fábio contando os minutos para me comer, meu marido louco de  vontade de agarrar logo a Marina. A Marina piscando para meu marido o tempo todo  e eu, com minha bocetinha cada vez mais molhadinha, louca de vontade de sentir a  piroca do Fábio bem fundo em mim, me levando às alturas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o jantar  fomos para a sala de TV. Depois de um tempo conversando e bebendo o Fábio se  aproximou de mim, na frente do meu marido, e me tascou um beijo na boca. Em  seguida me agarrou por trás e apertou meus peitos por cima da minha blusa.&lt;br /&gt;-  Estes seios estão me deixando doido, Viviane! - disse ele me dando um beijo no  pescoço e me encoxando. Pude sentir seu pau duro roçar minha bunda - Paulo, não  poupe a minha mulher porque eu vou exigir o máximo da sua - completou ele  olhando para o meu marido.&lt;br /&gt;- Fique à vontade, Fábio! Eu também não vou fazer  cerimônia com a sua! - respondeu meu marido. A Marina apenas sorria de  satisfação. Pude ver que ela estava adorando a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tínhamos  combinado de ficar em quartos separados para não nos sentirmos inibidos, meu  marido apenas disse "Até amanhã!" para mim e para o Fábio e desapareceu com a  Marina para o quarto de hóspedes. Eu, por minha vez, ia dar para o Fábio em  nosso quarto de casal mesmo, ou seja, outro homem ia me comer na cama do meu  marido. Essa idéia me fascinava e tive arrepios de prazer quando o Fábio me  pegou no colo e me levou para o quarto. Combinamos que cada casal teria a noite  inteira para se curtir e só voltaríamos a nos encontrar no dia  seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tranquei a porta do quarto e parti para cima do Fábio. O cheiro  daquele homem gostoso estava me deixando louca de tesão. Ele me abraçou bem  forte e beijou minha boca, pescoço e nuca. Eu praticamente rebolava nos braços  dele, me contorcendo toda ao toque de suas mãos macias e atrevidas. Finalmente  ele se sentou na cama e pediu que eu me despisse para ele ver, bem  vagarosamente. Fiz como ele mandou. Lentamente tirei minha blusa e sutiã. Depois  tirei minha calça, ficando só de calcinha. Ele me puxou e beijou minha barriga  carinhosamente, apertando minha boceta por cima da minha calcinha molhadinha com  uma das mãos.&lt;br /&gt;- Chupa meus peitinhos, gatinho safado! - falei e me inclinei  um pouco para a frente. Soltei um gritinho quando a boca dele encostou nos  biquinhos durinhos das minhas peitocas. Em seguida me ajoelhei no carpete e pedi  que ele ficasse em pé. Ele atendeu meu pedido de imediato. Abri sua calça,  abaixei sua cueca e vi, deslumbrada, aquela pica deliciosa na altura da minha  boca.&lt;br /&gt;- Chupa, Viviane! É todinho seu agora! - disse ele colocando as mãos  nos meus ombros e gemendo de tesão quando abri minha boca e engoli metade do seu  cacete. Como foi gostoso sentir aquele cacete ir crescendo cada vez mais dentro  da minha boquinha quentinha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de mamar na pica do Fábio por uns  minutos ele pediu que eu me deitasse na cama, de barriga para cima. Gentilmente  ele se posicionou entre minhas pernas e beijou e lambeu minhas coxas. Eu fiquei  toda arrepiada quando o rosto dele chegou na minha calcinha e ficou cheirando  minha boceta por cima do tecido. Em seguida ele tirou minha calcinha (a esta  altura com o fundo já todo molhadinho) e deu umas lambidas bem gostosas na minha  xaninha.&lt;br /&gt;- Vou deixar você doidinha de tesão, lindinha - disse ele chupando  meu grelinho durinho.&lt;br /&gt;- Ahhhhhhhhhhhhhh! Que delícia de lingua! Enfia seus  dedos em mim, enfiaaaaaa! - gritei quando ele concentrou a boca no meu grelo e  enfiou dois dedos atrevidos bem fundo na minha boceta.&lt;br /&gt;- Me come, Fábio! Me  dá sua pica agoraaaaa, amor! Vem! - pedi não aguentando mais de tanto  tesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como você quer? - perguntou ele mordiscando os biquinhos dos  meus seios.&lt;br /&gt;- Quero ficar por cima - respondi.&lt;br /&gt;- Ele então se deitou de  barriga para cima e ajeitou a cabeça em um dos travesseiros. Fui por cima dele,  procurando a melhor posição para receber aquele pau duro bem fundo em mim.  Quando montei nele, deixar escapar gemidos de tesão ao sentir seu pênis grande e  duro deslizar para dentro de mim lentamente. Ele então me abraçou fortemente,  repousando minha cabeça em seu ombro. Em seguida eu perdi a noção do tempo  quando ele colocou as duas mãos na minha bunda e puxou minha pélvis de encontro  à dele muitas vezes seguidas, com força e muito rapidamente.&lt;br /&gt;- Ahhhhh! Meu  deus! Como é bom! - eu dizia no ouvido dele, sentindo seu pau cada vez maior e  mais duro entrando e saindo da minha xoxotinha em uma velocidade incrível.&lt;br /&gt;-  Estou gozandoooooooo! Não páraaaaaa! Ahhhhhhhhhhh! - minha voz ficou rouca  quando gozei no pau dele e fiquei quietinha, com a cabeça em seu peito. Ele me  abraçou e me beijou como se eu fosse sua mulherzinha.&lt;br /&gt;- Viviane, que delícia  de boceta você tem, minha querida! O Paulo é realmente um cara de sorte - disse  ele movimentando a pica dentro da minha xoxotinha toda meladinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu  quero mais, lindinho! - disse eu depois de uns minutos de descanso. A pica dele,  claro, continuava dura, fora da minha boceta mas roçando minhas coxas - só  espere eu fazer xixi rapidinho.&lt;br /&gt;- Tudo bem! Depois do xixi traga uma cerveja  para mim. Fiquei com sede - disse ele se esparramando na cama, de barriga para  cima.&lt;br /&gt;Fui ao banheiro, fiz xixi, lavei minha petequinha, retoquei minha  maquiagem e segui para a cozinha para pegar uma cerveja para a gente. Enquanto  eu passava pelo corredor não pude conter minha curiosidade. Eu tinha que saber o  que meu marido estava fazendo com a Marina.&lt;br /&gt;- Me fode, seu cachorro! Fode  essa cadelinha no cio! - ouvi a Marina gritar quando encostei meu ouvido na  porta do quarto de hóspedes. &lt;br /&gt;- É isso que somos mesmo. Duas cadelas no cio.  E vamos aproveitar muito bem esta noite - pensei enquanto voltava para o Fábio  nas pontas dos pés. Parecia que a Marina estava dando ao Paulo todo o prazer que  ele merecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei para o quarto com a cerveja e a usamos para brincar  um pouco. Eu colocava um pouco de cerveja na minha boca e o Fábio bebia  diretamente nos meus lábios. Depois ele fazia o mesmo e era a minha vez de  beijar os lábios daquele homem delicioso. Depois de mais alguns minutos de  namoro eu fiquei de quatro na cama e me preparei para mais uma foda  gostosa.&lt;br /&gt;- Vem, amor! Me come mais um pouco com esse pau gostoso! - disse eu  ficando bem empinadinha. Ele veio por trás de mim e beijou minhas costas, dando  lambidinhas que me deixaram toda arrepiada. Em seguida ele foi descendo sua  boca, até chegar na minha bunda. Eu sentia sua lingua atrevida percorrendo minha  pele lentamente, dando beijinhos em toda a região perto do meu cuzinho e da  minha xoxota. Finalmente ele juntou um pouco de cuspe na boca e cuspiu bem na  entradinha da minha bocetinha já molhadinha.&lt;br /&gt;- Mete, gato! Fode sua  cachorrinha! - eu disse a ele no momento em que ele segurou firme na minha  cintura e deslizou seu cacete para dentro da minha petequinha apertadinha.&lt;br /&gt;-  Ohhhhh! Como é bom te foder, Viviane - ele gemeu quando comecei a rebolar minha  bunda e empurrar meu corpo de encontro ao dele, procurando uma penetração bem  profunda. Eu estava tão meladinha que o pau dele deslizava dentro de mim  suavamente. Primeiro bem devagar, depois aumentando o rítmo, às vezes tirando e  enfiando o pau de uma só vez.&lt;br /&gt;- Ahhhh! Assim eu vou gozar de novo, Fábio -  falei rindo e me preparando para um orgasmo bem gostoso quando ele me agarrou  bem forte e começou a falar umas besteiras no meu ouvido. Gozei com ele me  chamando de putinha, safadinha e depravada. Eu simplesmente adorei.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixei meu corpo cair na cama e ele veio por cima, ficando um bom tempo  parado em cima de mim.&lt;br /&gt;- Caramba! Você é demais, Viviane! - disse ele - Há  muito tempo eu não fodia eu mulher que tivesse tanto prazer em dar a boceta como  você tem.&lt;br /&gt;- Você gozou? - perguntei pensando que finalmente a gente ir poder  dormir um pouco, agarradinhos.&lt;br /&gt;- O que você acha? - perguntou ele rindo e  pulsando o pau dentro de mim. O danado continuava duro dentro da minha boceta.  Era óbvio que ele não tinha gozado ainda. Resolvi então lhe dar o presente da  noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Come meu rabinho agora - disse eu movimentando meu quadril até o  pau dele sair de dentro de mim e eu sair de baixo dos seus quase 90kg. Ele rolou  de lado e me olhou curioso.&lt;br /&gt;- O que? Não entendi!&lt;br /&gt;- Me enraba! Vem no meu  cú agora! - respondi - Nunca enrabou sua mulher?&lt;br /&gt;- Não. - respondeu ele para  minha surpresa.&lt;br /&gt;- Então hoje será seu grande dia, querido! Quero sentir essa  pica bem fundo no meu cú! - disse eu ficando de ladinho, com as costas para ele  e empinando um pouco minha bundinha. Em seguida passei a mão na boca e depois no  meu cuzinho, deixando-o molhadinho de cuspe.&lt;br /&gt;- Vem! Estou pronta! - disse eu  colocando uma mão na minha bunda e me abrindo toda, de forma a facilitar a  visualização do meu cuzinho. Ele veio por trás, beijou minha nuca carinhosamente  e, com uma mão, posicionou a cabeça da rôla na entradinha do meu buraquinho.  Como já sou acostumada com sexo anal ele não teve nenhuma dificuldade em me  penetrar.&lt;br /&gt;- Meu Deus! Como isso é bom! - disse ele no meu ouvido ao sentir  meu cuzinho fazer uma leve pressão em seu pau, que a esta altura estava enfiado  em mim até o talo.&lt;br /&gt;- Está gostando mesmo? - perguntei.&lt;br /&gt;- E como estou,  Viviane! - respondeu ele colocando a mão nos meis seios e apertando-os  levemente. Seu corpo agora estava coladinho ao meu e eu empinei a bunda mais  ainda, para sentir o pau bem fundo a cada metida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Puta que pariu! Vou  gozar! Ohhh...estou gozandooooooooo! - gritou ele com a boca colada na minha  nuca, babando em mim como um louco. Seu pau me penetrou bem fundo e despejou uma  enorme quantidade de pôrra bem quentinha no meu cú.&lt;br /&gt;- Meu Deusss! Que  delícia! - gemi me arrepiando toda, sentindo o esperma dele inundar meu  ânus.&lt;br /&gt;- Caramba! Que cuzinho gostoso! - o Fábio falava enquanto me apertava  de encontro a seu corpo. Eu estava extasiada com aquele mastro enorme deslizando  no meu cuzinho totalmente lubrificado de pôrra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era evidente o prazer  que ele sentia. E eu também me senti feliz por ele. Consegui lhe dar um prazer  que ele, até então, não conhecia. Por fim ele me abraçou carinhosamente por trás  e ficamos quietinhos, com seu pau amolecendo dentro de mim aos poucos. Adormeci  com ele beijando meus cabelos e dizendo que era o homem mais feliz do  mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei assustada e totalmente perdida. Ele tinha me deitado de  barriga para baixo, me arrastou para a beirada da cama, abriu levemente minhas  pernas e estava novamente comendo meu cú. Suas duas mãos fortes abriam minha  bunda, permitindo que ele visualizasse sua pica entrando e saindo do meu rabinho  guloso. Me senti uma verdadeira putinha.&lt;br /&gt;- Seu tarado! Me fode! Meu  Deus!!!!!!!! - gritei quando ele começou a dar bombadas fortes e rápidas no meu  rabinho.&lt;br /&gt;- Vou gozarrrrr! Aiiiii! Fábioooooooo! - gemi descontrolada. Ele  percebeu que eu ia gozar e deu uns tapas na minha bunda. Foi o que eu precisava.  Me desmanchei em um dos orgasmos mais deliciosos que já tive em toda a minha  vida. Ele veio em seguida. Mas não dentro do meu rabinho como da primeira vez.  Em vez disso ele procurou meu rosto. Como um animal ele me agarrou pelos cabelos  com uma mão e me fez girar, de forma a aproximar minha cabeça da beirada da  cama. Em seguida punhetou o cacete por uns segundos e explodiu no meu rosto,  jorrando esperma nos meus lábios, queixo, nariz, olhos e cabelos. Sorrindo eu  abri minha boca e chupei o pau dele, engolindo todo o restinho daquela pôrra  quentinha e deliciosa. Depois disso tomamos um banho juntos e dormimos  agarradinhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oh, meu querido! Que bom! - disse a Marina para seu  marido quando eu contei no dia seguinte que o Fábio tinha gozado dentro do meu  rabo. Estávamos todos na cozinha, preparando o almoço e bebendo um pouco.&lt;br /&gt;-  Nunca imaginei que gozar dentro de uma mulher pudesse ser tão gostoso - disse o  Fábio.&lt;br /&gt;— Claro que é! — falou meu marido — E se for dentro da minha mulher,  então é delicioso! Bem, a sua mulher também não deixa nada a desejar.&lt;br /&gt;— Eu  sei como ela é boa! — respondeu o Fábio sorrindo para mim.&lt;br /&gt;— Eu também fui  enrabada. E adorei! — disse a Marina dando um beijo na boca do meu  marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O almoço ficou pronto e nos sentamos à mesa sempre conversando e  rindo muito. E como todos gostamos da experiência, combinamos que iríamos  repetí-la nesse mesmo dia à noite, mas de um modo diferente. Agora iríamos ficar  todos juntos. Por dentro, eu já começava a dar asas à minha imaginação. Sempre  desejara experimentar outra mulher mas nunca tivera coragem para tomar a  iniciativa. Parecia que a hora tinha chegado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enviado por gata_loira  [e-mail oculto]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766432366587621600-952406824203030198?l=estoriasdesexocombr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/feeds/952406824203030198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/transando-com-o-amigo-do-meu-marido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/952406824203030198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/952406824203030198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/transando-com-o-amigo-do-meu-marido.html' title='Transando com o amigo do meu marido'/><author><name>Fernando de Gravata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13310829761623922701</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766432366587621600.post-8960691266240074045</id><published>2010-08-31T10:53:00.000-07:00</published><updated>2010-08-31T10:53:21.355-07:00</updated><title type='text'>Uma brincadeira a três muito gostosa</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td style="font-size: 90%; padding-top: 8px;" valign="top"&gt;Sou a Tatiane, tenho 28 anos e esta estória que vou lhes contar aconteceu há uns  6 meses. Me casei com 23 anos e sempre fui muito reservada em relação à sexo.  Antes de me casar eu me recordo de ter dado minha boceta somente para dois  caras, ou seja, eu era muito inexperiente. Porém, à medida que o tempo foi  passando, eu e meu marido começamos a experimentar coisas novas. Por exemplo,  quando solteira eu nunca tinha chupado um pau ou feito sexo anal. Foi meu marido  quem me ensinou e praticou estas coisas comigo. Recordo que uma vez insinuei que  eu gostaria de ser penetrada no cú e na boceta ao mesmo tempo. Ele se zangou.  Não gostou muito. Disse que mulher dele nenhum outro homem tocaria. Prometi  esquecer o assunto e ele concordou em enfiar o vibrador no meu rabinho de vez em  quando enquanto estivesse fodendo minha xoxotinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu marido, que é 6  anos mais velho que eu, sempre gostou de futebol. Todos os finais de semana ele  convida algum amigo para assistir aos jogos em nossa casa. Como sou muito  vaidosa e não tive filhos, consegui preservar o corpinho gostoso da época de  solteira. E meu marido adora me exibir para seus conhecidos. Os olhos dele  praticamente brilham quando ele percebe que algum outro homem está me admirando,  me comendo toda com os olhos. Assim, nas tardes de sábado e domingo eu visto  minhas roupas mais provocantes mesmo e vou à sala servir suco ou algum aperitivo  para eles. Os amigos dele. claro, me olham de rabo de olho o tempo todo,  tentando ver minha calcinha por baixo das saias curtas que visto. Meu marido  apenas observa e curte muito estes momentos. É claro que não posso exagerar,  senão é briga na certa e fico sem pica umas duas semanas. &lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Um dia ocorreu  um situação um pouco inusitada. Tínhamos acabado de adquirir um sistema de TV  por assinatura, com mais de 150 canais. Meu marido estava animadíssimo e  convidou um de seus amigos mais próximos para almoçar com a gente e depois  mostrar a ele todos os canais de esportes que agora eles teriam à sua  disposição. Este amigo era o Jorge. Ele devia ter uns 35 anos, era casado com  uma mulher muito bonita e ela já havia estado em nossa casa algumas vezes com  ele. O nome dela é Sabrina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do almoço eu fui para a cozinha  limpar a mesa e lavar as louças. Meu marido e o Jorge ficaram na sala  conversando e verificando todos os novos canais. - Caramba! Veja isso! - meu  marido disse de repente. Não me preocupei muito pensando que eles estavam  falando das novas atrações que eles estavam tendo agora com aquela quantidade  enorme de canais. Mas, comecei a estranhar o silêncio que se fez de repente na  sala. Tirei meus chinelos e me aproximei, vagarosamente, nas pontas dos  pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cara, você já fez isso? - o Jorge perguntou ao meu marido.&lt;br /&gt;-  Ainda não! Mas sempre tive desejo de ter duas mulheres fazendo isso comigo.  Cara! Eu me sentiria nas nuvens - meu marido respondeu.&lt;br /&gt;Muito curiosa resolvi  ver o que eles estavam assistindo. Para minha surpresa, era um filme pornô com  duas mulheres disputando uma das maiores picas que já vi em minha vida. Elas  revejavam suas bocas naquele cacete enorme em um boquete maravilhoso. Eles,  claro, levaram o maior susto quando me viram e ficaram muito atrapalhados. Meu  marido trocou de canal imediatamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me virei para os dois fingindo  estar zangada com aquilo. - Então você gostaria de ter duas mulheres chupando o  seu pau, seu safado? - eu disse ao meu marido, tentando ficar o mais séria  possível.&lt;br /&gt;- E qual homem não gostaria, Tatiane? - meu marido respondeu.&lt;br /&gt;-  Eu sempre quis experimentar - disse o Jorge meio sem graça, mas querendo colocar  mais lenha na fogueira.&lt;br /&gt;- E se sua mulher quisesse transar com dois homens? -  perguntei ao Jorge. Agora eu já não estava fingindo estar brava, mas sim  sorrindo e me divertindo com a brincadeira.&lt;br /&gt;- Se deu mal, heim, Jorge? Os  direitos são iguais - disse meu marido rindo.&lt;br /&gt;- Pois vou dizer uma coisa -  disse o Jorge - Não sei se minha mulher daria para dois homens. Mas ela com  certeza ficaria comigo e outra mulher.&lt;br /&gt;Eu e meu marido olhamos para ele com  expressões de espanto. - Estou falando sério - ele disse  finalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imediatamente as coisas começaram a ficar claras. Agora eu  entendia porque a Sabrina me olhava tanto nas vezes em que nos visitou. Lembro  que uma vez fomos ao meu quarto experimentar algumas roupas e ela parecia tremer  de tesão quando eu fiquei apenas de calcinha e sutiã na frente dela. Na época  não liguei muito, mas agora eu entendi o porquê. Continuei a provocar meu  marido.&lt;br /&gt;- Então voce acha que os direitos são iguais, Mário? - perguntei a  ele.&lt;br /&gt;- Os direitos são iguais. Mas eu prefiro ficar com duas mulheres - disse  ele rindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda aquela situação estava mexendo comigo. Repentinamente  imaginei eu e a Sabrina chupando o pau do meu marido, dividindo cada centimetro  da rôla gostosa que ele tem. Meus pensamentos então recuaram um pouco mais, na  época da faculdade, quando dormi uma noite na casa de uma amiga e tivemos uma  pequena experiência lésbica. Não foi nada demais. Apenas nos beijamos, ficamos  nuas e nos tocamos muito, esfregando nossos grelinhos uma na outra. Foi um  experiência muito gostosa e confesso que senti um prazer imenso tocando e sendo  tocada por uma mulher. Mas, depois que descobri os imensos prazeres que só uma  pica bem grossa e comprida pode proporcionar, eu passei a me relacionar somente  com homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu tinha esses pensamentos, percebi minha boceta  molhadinha. Ela latejava de tesão e eu estava louca por uma boa foda. Minha  vontade era desligar aquela TV, pedir ao Jorge que fosse embora e arrastar meu  marido para o quarto. Ou dar a boceta para ele ali mesmo, no sofá da sala. Ele  com certeza iria chupar minha petequinha e lamber meu cuzinho antes de me  penetrar. E eu estava ansiosa para isso acontecer logo. Mas, o diabo tinha que  lançar uma tentação. E se eu desse para o meu marido e para o Jorge ao mesmo  tempo? Lancei a provocação ao meu marido.&lt;br /&gt;- Se os direitos são iguais, então  eu prefiro dar para dois homens - disse eu, ainda de pé na frente dos dois. Fiz  uma pose de mulher gostosa, com as mãos na cintura. Como eu vestia uma saia  branca, bem curtinha e uma blusinha mostrando parte da minha barriga, me  movimentei de forma a forçar minha blusa ainda mais para cima. Agora meu umbigo  estava praticamente todo de fora. E minha saia um pouco baixa na cintura  mostrava um pequeno pedaço da parte de cima da minha calcinha. O Jorge  literalmente babava olhando cada parte do meu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu marido me olhou  espantado, praticamente sem nenhuma reação. Por um momento percebi que ele não  tinha gostado do que eu tinha acabado de falar. Os olhos do Jorge, por sua vez,  brilhavam de vontade de me agarrar logo. Prevendo o perigo eu abaixei minha  blusa novamente e voltei correndo para a cozinha.&lt;br /&gt;- Você não é mulher para  isso, Tatiane! Você não tem coragem! - falou meu marido da sala.&lt;br /&gt;- Não sou  mulher para o quê? - respondi voltando novamente para a sala.&lt;br /&gt;- Você não tem  coragem de dar para mim e o Jorge ao mesmo tempo! Está blefando!&lt;br /&gt;Olhei para  os dois, surpresa, e comecei a rir.&lt;br /&gt;- Mas depois eu quero você e a Sabrina na  cama comigo, ao mesmo tempo - acrescentou meu marido.&lt;br /&gt;- O quê? - perguntou o  Jorge de olhos arregalados.&lt;br /&gt;- Você não falou que a Sabrina ficaria com outra  mulher e um homem? - continuou meu marido - Pois agora eu e você comemos a  Tatiane. Depois a Tatiane e a Sabrina dão para mim ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;- Ah! Pago  para ver isso! - eu falei sorrindo para os dois - aposto que não são homens para  fazer isso.&lt;br /&gt;- Você está falando sério, Mário? - perguntou o Jorge ao mesmo  marido, com os olhos arregalados para mim.&lt;br /&gt;- Nunca falei tão sério - disse  meu marido rindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tá feito! Você pode ficar com sua mulher e a Sabrina.  Mas depois eu quero ficar com as duas também - disse o Jorge.&lt;br /&gt;Eu estava me  divertindo muito vendo os dois nessa discussão. A brincadeira estava tomando um  rumo que eu não tinha imaginado e agora eu me sentia totalmente excitada com a  idéia. - Conversem mais um pouco! Quando se decidirem me chamem - disse eu me  dirigindo para a cozinha novamente. Eu tinha quase certeza de que aquilo ia dar  alguma coisa. Assim passei da cozinha para o banheiro em poucos segundos. Fiz  xixi, lavei a boceta rapidinho e voltei para a cozinha, na expectativa. Depois  de uns cinco minutos meu marido me chamou. Entrei na sala e tive uma surpresa  muito agradável. Meu marido e o Jorge estavam sentados no sofá lado a lado,  completamente nus da cintura para baixo. Ambos estavam batendo punhetas e suas  picas estavam realmente duras. De imediato senti minha boceta toda meladinha e  minha vontade de foder era tanta que minhas pernas tremiam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pode  começar quando quiser, Tatiane! - disse meu marido com um sorriso safado  estampado no rosto. Respirei fundo olhando para aqueles dois pênis bem eretos.  Agora eu tinha que ir em frente com a brincadeira que eu mesma tinha começado.  Mas aquela situação estava me agradando. E se o Jorge fosse tão bom de cama  quanto meu marido? Era a minha chance de conseguir prazer em dobro. Ainda de  roupa me ajoelhei no carpete, na frente do meu marido. Segurei o pau dele nas  minhas mãos macias e delicadas e bati uma punheta de leve, dando beijinhos na  cabeça daquela rôla deliciosa. Em seguida olhei para os dois, sorrindo, e  envolvi o pau do meu marido entre meus lábios. - Ohhhhhhhh! Pôrraaaaa! Que  boquinha gostosa, Tatiane! - disse ele gemendo de tesão. Me concentrei na pica  do meu marido, dando lambidas em toda a extensão daquela vara quentinha e dura e  tentando enfiá-la toda na minha boquinha pequena. Levei a mão ao pau do Jorge.  Como era gostoso tocar seu cacete. Ele gemeu de prazer quanto minha mão segurou  firme a pica dele e comecei a bater uma punheta bem lentamente. Depois de alguns  momentos tirei o pau do meu marido da boca e me concentrei no mastro do Jorge. -  Ahhhhhhhhhhhh! Que deliciaaaaa! - disse ele quando deslizei minha boca quentinha  na pica dele, conseguindo engoliar até a metade de sua rôla gostosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  Isso, Tatiane! - meu marido disse - Mostre ao Jorge como você chupa  gostoso!&lt;br /&gt;Meu marido então se levantou e veio ficar atrás de mim. Como eu  ainda estava de joelhos, ele se ajoelhou também e me agarrou por trás, beijando  minhas orelhas e nuca. Em seguida começou a passar suas mãos em todo o meu  corpo, com uma atenção especial nos meus peitos já durinhos de tesão. Senti sua  mão levantar a parte de trás da minha saia e acariciar minha bunda. Depois ele  meteu a mão entre minhas pernas, apertando minha bocetinha por cima da calcinha.  A esta altura eu já estava toda derretida e o Jorge estava se deliciando me  observando mamar e brincar com minha lingua em toda a extensão de sua pica. -  Meu Deussss! Não aguento mais, Mário! Me fode agora! - disse eu ao meu marido.  Ele então abriu o zipper da minha saia e a puxou para baixo, me deixando só de  blusa e calcinha. Em seguida o Jorge tirou minha blusa, revelando o sutiã  lindinho que eu estava usando. Agora foi minha vez de desabotoar meu sutiã e  deixar meus peitos saltarem aos olhos dele. Os olhos do Jorge se abriram de tal  forma que pensei que ele iria se atirar em mim de imediato. Em vez disso ele  ficou observando. Fiquei em pé e lentamente fui tirando minha calcinha,  revelando minha boceta pequena e muito bem depilada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uauuuu! Que  delicia de mulher! - disse o Jorge totalmentte extasiado. Depois, olhou aflito  para meu marido, com medo da reação dele sobre seu comentário. Meu marido apenas  sorriu. - Aproveite, cara! Ela é todinha nossa esta noite! - disse ele me  sentando no sofá no meio dos dois. Eles tiraram suas camisas e o Jorge me  agarrou de imediato, chupando meus peitos, beijando minha boca e acariciando  toda a minha pele. Em seguida segurou minha cabeça e lentamente direcionou minha  boca para o pau dele novamente. Comecei a mamar aquela pica gostosa enquanto meu  marido brincava com minha boceta, ora esfregando os dedos no meu grelinho, ora  enfiando dois dedos bem fundo na minha grutinha apertadinha e molhada. Eu gemia  descontrolada. - Então, Tatiane? Está gostando de ficar com dois homens ao mesmo  tempo? - perguntou ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de responder eu me levantei do sofá e me  deitei no carpete, com as pernas abertas e levemente flexionadas. - Sou todinha  de vocês agora! Vem me comer! Os dois! - disse eu tocando meus seios com uma mão  e a outra massageando minha petequinha. O Jorge foi o primeiro a reagir. Olhou  meu corpo de cima até embaixo com olhos gulosos, admirando o meu corpo que pela  primeira vez o via completamente nu. Em seguida se deitou do meu lado, beijou  minha boca e direcionou seu rosto para o meu baixo-ventre. A boca dele brincou  nas minhas virilhas antes de chegar à minha bocetinha. Soltei gritinhos de  prazer quando ele começou a lamber minha xaninha, beijando e apertando meus  grelinho com os lábios. - Ahhhhhhh! Chupa querido! - disse eu com a voz  carregada de desejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu marido não ficou parado. Ajoelhando-se ao lado  da minha cabeça ele começou a dar batidinhas no meu rosto com a pica dele. Me  batia nas bochechas e nos lábios. Até que não aguentei e abri meus lábios um  pouquinho. Ele enfiou o pau lentamente na minha boca, como se fosse uma  bocetinha apertadinha e comecei a mamar seu cacete com muita vontade. Eu me  sentia uma mulher completa com aquela experiência totalmente nova. Havia tesão  em todo o meu corpo. Em baixo, a boca e os dedos do Jorge trabalhavam meu  grelinho e meu buraquinho provocando ondas de prazer que já me faziam adivinhar  um orgasmo muito intenso enquanto meu marido acariciava meus peitos com suas  mãos macias e fortes ao mesmo tempo que eu o chupava. Na minha mente eu me  imaginava gozando na boca do Jorge ao mesmo tempo que meu marido gozaria na  minha boca, enchendo-a com seu esperma quentinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei a me contorcer  toda, querendo gozar logo, quando ouvi o Jorge dizer algo que me deixou muito  mais feliz.&lt;br /&gt;- Tenho que foder sua mulher, Mário! Posso? - disse ele olhando  para o meu marido. O Mário ficou por um momento sem reação, olhando para mim por  um breve instante. O Jorge então optou por não esperar a resposta do meu marido.  Ele apenas se deitou em cima de mim, e, com uma mão, posicionou sua ferramenta  na entrada da minha boceta, que a esta altura, já estava clamando por um cacete  bem duro. Ele então soltou seu peso em cima de mim e sua pica deslizou, entrando  na minha xaninha vagarosamente, até o talo.&lt;br /&gt;- Ahhhhhhhhhhh! Que  delíciaaaaaaaaaaaaaaaaa! - gemi no ouvido dele, envolvendo meus braços e pernas  no corpo daquele homem gostoso. Eu queria mais daquela rôla! Queria que ele  enfiasse forte mesmo, sem dó. As ondas de prazer que eu tinha sentido até então  não eram nada comparadas às que eu estava sentindo ao ser penetrada bem fundo,  em movimentos cadenciados. O Jorge metia em mim com vontade. Ele, que sempre  tentava ver minha calcinha por baixo das minhas saias, agora estava me tendo  todinha para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fique por cima dele, Tatiane - disse meu marido,  punhetando seu pau e louco para participar ainda mais da nossa brincadeira.  Obedeci de imediato. Eu e o Jorge rolamos um sobre o outro até eu ficar por  cima. Agora era eu que empurrava minha pélvis ao encontro da dele, tentando ser  penetrada cada vez mais fundo.&lt;br /&gt;- Me fode, Jorge! Mete mais! Meteeeeeeeee! -  eu falava quase chorando de prazer. As mãos dele seguravam firme na minha bunda  e seus lábios procuraram os meus. Notava-se bem que Jorge era um homem muito  carinhoso. Ele não se preocupava apenas em me foder, mas também era carinhoso em  todos os seus movimentos. E isso me deixava maluca. Não demorou muito e senti  suas mãos se enfiarem entre nós dois para novamente tocarem meus peitinhos  durinhos.&lt;br /&gt;- Meu Deusssssssss! Que gostosoooooo! - deixei escapar entre meus  gemidos cada vez mais altos. Mas, a grande surpresa ainda estava para vir. Meu  marido veio por trás de mim e começou a acariciar minha bunda enquanto eu  cavalgava na pica do Jorge. Em seguida senti um dedo molhado de cuspe girar na  entrada do meu cuzinho. Meu corpo se arrepiou todo e deixei-me relaxar por  completa. O Mário então enfiou dois dedos no meu rabinho e eu sabia que ele  estava preparando o caminho para seu pênis. Eu já conhecia aquele ritual.&lt;br /&gt;-  Me abraça bem forte que a coisa vai ficar feia para o meu lado agora - disse eu  sorrindo e colocando minha cabeça no ombro do Jorge. Ele me abraçou forte,  deixando meu corpo colado no dele e seu pau enfiado bem no fundo da minha  bocetinha gulosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos te dar prazer em dobro agora, Tatiane! - disse  meu marido apoiando as mãos na minha cintura e se agachando até seu pau ficar na  altura da minha bunda. Em seguida ele posicionou a cabeça do pau na entrada do  meu cuzinho e fez uma leve pressão. - Uiiii! Devagar, amor! - soltei um gritinho  quando senti sua pica me invadir aos poucos. Meu cuzinho estava tão relaxado que  meu marido não teve esforço nenhum para enfiar seu cacete duro e grosso no meu  rabinho. - Ohhhhhhhhhh! Que cuzinho delicioso, Tatiane - meu marido falou  enquanto começava um movimento de vai-e-vem muito gostoso no meu cú. Finalmente  eu estava tendo a minha primeira dupla penetração. Quando eu descia minha  pélvis, o Jorge me penetrava bem fundo, quando levantava meu corpo era a vez do  Mário ir bem fundo em mim. Somado a tudo isso, os beijos do Jorge na minha boca  e pescoço me traziam arrepios de tesão em todo o meu corpo. De repente senti uma  espécie de curto-circuíto nos meus neurônios. Me desmanchei em prazer, êxtase e  luxúria. Apoiando os braços no chão, e erguendo ligeiramente o corpo para não me  tornar pesada para o Jorge, eu deixei de fazer qualquer movimento.&lt;br /&gt;-  Ahhhhhhhhhh! Meu Deus! Me fodam, seus tarados! Safados!!! - gritei, me sentindo  uma puta naquele sanduíche gostoso que eles faziam comigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estou  gozandoooooooo! - gemeu meu marido de repente. De imediato senti sua pôrra  quentinha inundar meu ânus, que ficou totalmente lubrificado, fazendo com que  seu pau agora deslizasse suavemente dentro de mim.&lt;br /&gt;- Ohhhhhhhhhhh!  Ahhhhhhhhhhh! Também vou gozarrrrrrr! - gemia agora o Jorge, aumentando o rítmo  de seu cacete na minha petequinha.&lt;br /&gt;- Podem gozar, safadinhos! Gozem nos meus  buraquinhos! Beija... - não consegui terminar a frase. Minha voz sumiu e uma  onda de prazer percorreu meu corpo. Minha boceta começou a apertar o pau do  Jorge descontroladamente e meu cuzinho parecia querer sugar a pica do meu  marido. Gozei como uma louca, gemendo bem alto mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos os três  agarradinhos na mesma posição durante algum tempo. Seus paus já começavam a  amolecer dentro de mim, mas eu ainda queria meu marido e o Jorge me apertando.  Meu marido beijava minhas costas e nuca, enquanto o Jorge beijava minha boca  carinhosamente. Quando meu marido finalmente saiu de cima de mim, eu escorreguei  de cima do Jorge e ficamos os três deitados no chão, comigo entre os dois. Eu  ria muito enquanto os dois alternavam suas carícias entre meus seios e minha  bocetinha. Eu agora repartia meus beijos molhados pela boca dos dois e curtia  uma sensação incrível sentindo a pôrra quentinha sair do meu cuzinho e xaninha.  Aquela tinha sido uma experiência que todos nós gostamos e que viria a se  repetir muitas vezes. O Jorge, por sua vez, cumpriu o combinado e trouxe a  Sabrina para o nosso grupo. Nem preciso dizer o quanto ando satisfeita  sexualmente. E meu marido? Anda radiante. Ele que gostava de ver seus amigos me  comendo com os olhos, agora se diverte muito vendo o Jorge me foder em todas as  posições possíveis e tendo sua vingança em cima do corpo delicioso da Sabrina.  Minha intenção é colocar mais um casal na brincadeira. Vamos ver se  consigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enviado por lindinha28 [e-mail oculto] &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766432366587621600-8960691266240074045?l=estoriasdesexocombr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/feeds/8960691266240074045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/uma-brincadeira-tres-muito-gostosa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/8960691266240074045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/8960691266240074045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/uma-brincadeira-tres-muito-gostosa.html' title='Uma brincadeira a três muito gostosa'/><author><name>Fernando de Gravata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13310829761623922701</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766432366587621600.post-2908571570750717480</id><published>2010-08-31T10:49:00.000-07:00</published><updated>2010-08-31T10:49:09.562-07:00</updated><title type='text'>Fui garota de programa por uma noite</title><content type='html'>Olá a todos! Sou a Giselle e vou lhes contar uma estória que ainda me deixa com muito tesão quando lembro as coisas gostosas que me aconteceu nesta experiência. Tenho 23 anos e sou casada há 4 anos, ou seja, me casei com 19 anos (meu marido tinha 21). Me casei virgem e meu marido foi o único homem a foder comigo. Até o ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou de uma família muito conservadora e meu esposo também. Assim, sexo é visto como uma forma de gerar filhos somente, embora eu não os tenha ainda. Meu marido nunca gostou de experimentar coisas novas. É somente papai e mamãe o tempo todo. Mas como o amo muito nunca me preocupei com estas coisas, desde que ele faça sexo comigo com carinho já é o bastante. Isso no entanto tem me levado a alimentar cada vez mais minhas fantasias. Tenho orgasmos maravilhosos pensando em outros homens, assistindo vídeos pornôs e vendo fotos na internet. Mas isso tudo quando ele viaja. Se ele me pega fazendo estas coias a casa cai para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Ano passado ele precisou fazer uma viagem de uma duração maior. Iria ficar uns 40 dias cuidando de um projeto em uma cidade muito distante de onde morávamos. Fiquei sozinha em nosso apartamento. Imaginem uma mulher de 23 anos, bonita e fogosa ficar 40 dias sem sexo. No quinto dia minha xoxotinha já estava clamando por um pau bem duro e quente penetrando-a sem dó. No décimo dia masturbação, vibrador, vídeos e fotos já não me satisfaziam. Assim eu ficava na janela olhando os homens passarem lá embaixo, e morria de vontade de trazer um para dentro de casa e rebolar no pau dele até saciar meu desejo. Mas era muito arriscado. Eu sabia do perigo que corria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidi então realizar uma fantasia que tinha desde os 18 anos. Lembro que na época da faculdade havia uma amiga que era garota de programa, ou pelo menos me falavam que era. Todas as vezes que o celular dela tocava ela se afastava e muitas vezes a vi entrando em carros diferentes na saída da faculdade. Aquilo me deixava louca de tesão. Eu a imaginava transando com desconhecidos, chupando paus dos mais variados tamanhos, dando a boceta em várias posições e sendo forçada a fazer tudo o que os caras queriam. Minha calcinha ficava molhadinha com estes pensamentos. E agora, com meu marido tantos dias fora, vi que era o momento de viver tal aventura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprei um celular novo e coloquei um anúncio nos classificados de acompanhantes do jornal local: "Morena olhos verdes, bundinha redondinha, seios médios, coxas grossas e muito carinhosa. 23 anos. Para homens de alto nível. Atendo em motel. Completa". Coloquei o número do novo celular e fiquei na expectativa. Nunca havia feito sexo anal antes, mas pensei que colocando "completa" eu iria ter respostas mais imediatas. No dia seguinte meu novo celular não parava de tocar. E fui estudando as propostas, analisando as vozes, o jeito de falar, até encontrar um homem que realmente chamasse minha atenção. Como eu ia dar a boceta com vontade mesmo, queria um homem que despertasse confiança em mim e me deixasse bem à vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente recebi uma ligação em um sábado a tarde que me deixou maluca. O cara tinha uma voz tão gostosa que fiquei arrepiada quando o atendi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi - disse eu já cansada de tantas ligações e nenhum resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mônica? - perguntou ele. Este era o nome que eu tinha colocado no jornal. Confirmei e conversamos um pouco mais. Combinamos de nos encontrar às 19hs na frente de uma lanchonete três quadras abaixo do meu prédio. Ele me falou o carro no qual ele estaria e deu detalhes de sua aparência: Moreno claro, cabelos curtos, camisa social cinza e calça jeans. Joguei o preço do meu primeiro programa lá no alto. Se fosse homem de alto nível mesmo pagaria sem reclamar. Fiquei nervosa e inquieta nas horas seguintes. Tomei um banho, escolhi um vestido preto bem sensual, sutiã e calcinha vermelhos, sandálias salto alto e alguns colares e pulseiras. Eu queria um certo visual de putinha, com discrição, mas puta mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei ao local combinado muito apreensiva, com receio de ser vista por algum conhecido de meu marido. Ele já me esperava. Entrei no carro dele e tive uma surpresa muito agradável. Aquele homem era muito bonito, alto, forte, aparentava uns 35 anos e tinha um sorriso incrível. - Oi, meu nome é Rodrigo - disse ele. Então me cumprimentou com um beijo na boca e disse que eu estava realmente muito bonita. Ele ligou o carro e saímos em busca do motel mais próximo. Sentada ali no banco do passageiro de um estranho eu imaginava o que aquele homem ia fazer comigo. Será que ele levou o "completa" ao pé da letra? Eu olhava para o volume da calça dele e imaginava um pau enorme e grosso. Não sabia ao certo se teria coragem de dar meu cuzinho virgem para ele. Mas já estava feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversamos bastante na ida para o motel. Pude conhecer melhor o cara que estava prestes a ser o segundo homem em toda a minha vida. Lembro que a certa altura a mão dele pousou no meu joelho e foi subindo aos poucos, chegando até minhas coxas. Abri bem as pernas e ele acariciou minha xoxota por cima da calcinha. Imediatamente levei a mão no pau dele. Estava duro como pedra e pude sentir o volume daquele cacete enorme. Fechei os olhos e soltei um gemido gostoso enquanto ele enfiava a mão por dentro da minha calcinha e tocava meu grelhinho já durinho de tesão. - Hummmmm, depiladinha! Que delicia, gata - disse ele ao perceber somente uma tirinha de pêlos logo acima do meu grelhinho. O resto eu tinha tirado tudo. Toda a pele nas minhas virilhas e ao redor da minha xoxota estava lisinha como nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos ao motel e ele me levou para uma suite muito luxuosa. Pediu que eu ficasse apenas de calcinha e sutiã e tirou também sua roupa, ficando apenas de cuecas. Me abraçou várias vezes, beijando minha boca com muito carinho. Por um momento esqueci que era casada e passei a me comportar como uma namoradinha apaixonada. Bebemos, dançamos um pouco e finalmente ele me levou para a cama. Ele se sentou na cama e eu me sentei na perna dele. Então ele começou a beijar meu pescoço, ombros e a cheirar meus seios ainda cobertos pelo meu sutiã. Finalmente pediu que eu o tirasse, lentamente, revelando aos poucos meus peitinhos lindinhos. Quando senti as mãos firmes dele apertando meus seios e sua lingua lambendo os biquinhos durinhos eu gritei de tesão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Chupa minha boceta - falei com a voz carregada de desejo enquanto me deitava na cama e abria minhas pernas. Minha xoxota nunca havia sido chupada antes e eu morria de vontade de saber a sensação que isso me causaria. O Rodrigo então tirou minha calcinha vagarosamente, mostrando minha bocetinha pequenina e bem depilada. Fechei os olhos e senti a boca dele passeando pelas minhas coxas, virilhas, beijando e lambendo, até dar uma lambida bem gostosa começando da entrada da minha xaninha e indo parar no meu grelhinho, o qual ele mamou como se fosse um peitinho. - Ahhhhhh, isso amor, continue - falei colocando as duas mãos na cabeça dele, puxando seus cabelos. Eu queria um pouco mais daquela lingua quentinha dentro de mim, me provocando e me deixando molhadinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fique de quatro, Mônica! Quero sentir o gosto do seu cuzinho - disse ele já com as mãos na minha cintura e me posicionando de quatro na cama. - Me chame de Giselle, querido - falei olhando nos olhos dele e dando um sorrisinho bem safadinho. - Você gosta assim? - perguntei empinando minha bundinha redondinha ao máximo. Ele veio e deu umas lambidas no meu cuzinho virgem. Gritei de tesão e levei uma mão na minha boceta, massageando meu clitóris loucamente. Que sensação incrível. Ele percebeu que eu tinha gostado e continuou lambendo, as vezes me provocando, tentando enfiar a pontinha da lingua no meu buraquinho apertadinho. - Você vai comer meu rabinho, amorzinho? - perguntei prevendo o que ele iria responder. - Sim, minha putinha gostosa - disse ele e enfiou o rosto na minha bunda novamente. Eu rebolava na cara dele, louca de tesão, querendo ser lambida no cuzinho e na boceta ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de passar mais alguns minutos lambendo meu cuzinho e chupando meu grelhinho ele pediu que eu me sentasse na beirada da cama e ficou em pé na minha frente. Tirou a cueca e uma pica enorme saltou na altura do meu rosto. Aquele cacete era muito maior e mais grosso que o pau do meu marido. Fiquei um pouco assustada e ele percebeu. - Vou ser gentil com você, queridinha. Se doer você me fala que tento não meter muito fundo - disse ele punhetando o pau e me olhando bem nos olhos. Entendi a mensagem e segurei o pênis dele com ambas as mãos e aproximei meus lábios. Dei beijinhos na cabeça e em toda a extensão daquele pau quentinho e abrindo minha boca ao máximo, comecei a mamá-lo. Era a primeira vez que eu colocava um cacete na minha boquinha mas os filmes pornôs me ensinaram bem o que fazer. O Rodrigo delirava de tesão segurando firme meus cabelos na altura da minha nuca e metendo sua vara bem fundo na minha garganta. Engasguei várias vezes e isso o deixava tão excitado que seu pau parecia crescer cada vez mais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vem montar na minha pica, putinha gostosa - disse ele se deitando na cama e me puxando para cima dele. Me preparando para o pior coloquei a mão na boca, cuspi e passei na minha entradinha. Com uma das mãos segurei o pau dele e o posicionei na entrada da minha grutinha apertadinha. Soltei um gemido e deslizei na pica dele. - Ahhhhh, Rodrigo! - gritei enquanto soltava meu peso e minha boceta engolia aquele cacete todinho. Eu estava tão envolvida e com vontade de ser penetrada que nem me lembrei de camisinha. Mas preferi assim. Nunca havia transado com preservativo e não queria que nada estranho atrapalhasse meu prazer. Ele gostou disso, é claro, pois sua carinha de safado não escondia as sensações gostosas que ele estava sentido. Eu sentia o pau entrando e me rasgando e a cada centimetro eu gemia cada vez mais gostoso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma mistura de dor e prazer que nunca vou esquecer. Enquanto eu fodia aquele pau desesperamente subindo, descendo e rebolando, o Rodrigo apenas me olhava e parecia estar curtindo muito minha bocetinha apertadinha se abrindo para receber o cacete dele. - Vou gozarrrrrrrrrrrrrrrrrr! - gritei e explodi em um orgasmo maravilhoso, me deitando em cima daquele homem cheiroso e sussurando no ouvido dele: - Seu pau é muito gostoso, Rodrigo! Fazia tempo que não gozava assim. - Fique quietinha agora! Descanse um pouco que mal começamos - disse ele sorrindo e me agasalhando em cima dele. À medida que eu me movimentava para descansar minha cabeça no peito dele, seu pau foi saindo da minha boceta bem devagar, todo molhado e escorregadio por causa do suco da minha petequinha. Olhei novamente para aquele cacete, parecia ter duplicado de tamanho agora. Realmente eu precisava descansar um pouco. Ele com certeza ia comer meu cu e eu precisava estar muito forte para aguentar tudo aquilo no meu rabinho apertadinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vamos continuar? - disse eu depois de uns quinze minutos de cochilo. Ele me disse que ficou o tempo todo me olhando dormir e acariciando meu corpo. Olhei novamente para o pau dele. Estava duro e pronto para me foder novamente. Dei um beijinho nos lábios dele e perguntei o que não devia: "O que você vai fazer comigo agora, garanhão?". Ele me olhou com uma carinha de tarado e disse: "Vou comer seu cuzinho e gozar dentro dele. Pode?" - Sim! Vem! - disse eu ficando de quatro na beirada da cama enquanto ele se levantava e se posicionava atrás de mim. Fechei os olhos e soltei um gritinho quando ele passou lubrificante nos dedos e lambuzou a entradinha do meu cuzinho. Em seguida enfiou e girou um dedo dentro do meu buraquinho ainda apertadinho. Depois dois dedos. Eu sentia meu ânus se abrindo aos poucos e estava ficando cada vez mais relaxada. - Fode meu cú com seus dedos, fode, seu tarado! - falei e ele agora estava enfiando e tirando dois dedos do meu rabinho bem rapidamente. Eu me arrepiava toda e um tesão incontrolável tomava conta de mim. Quando percebeu que eu já estava preparada ele trocou os dedos pela cabeça do pau, encostou-a no meu buraquinho e fez uma leve pressão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha reação foi trancar meu cú, mas já era tarde. Senti uma dorzinha leve nas pernas e resolvi que era melhor me entregar de vez. Relaxei e aquela pica dura e grossa foi deslizando para dentro de mim, dando a impressão que estava me rasgando todinha por dentro. Mas era muito gostoso e o Rodrigo sabia como fazer as coisas. Ele me segurava pela cintura, beijando minhas costas e nuca e enfiava o cacete sem dó. - Ahhhhhhhhh! Que cuzinho apertado, Giselle - ele gritou e me agarrou fortemente, enfiando o pau cada vez mais rápido e mais fundo no meu cú, que agora recebia e apertava aquela pica gostosa e escorregadia. Ele então começou a respirar cada vez mais forte na minha nuca e percebi que ele ia gozar. Me concentrei no rítmo dele, rebolando minha bundinha para a frente e para trás e então ele não aguentou: "Estou gozandooo!". Ele urrou com a boca colada na minha nuca, me mordendo e me apertando bem forte. Senti ele despejar sua pôrra quentinha bem no fundo do meu ânus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi tanta pôrra que o pau dele agora deslizava molhadinho dentro de mim. Contraí meu cuzinho com toda a minha força e gozei como uma louca, esfregando meu grelhinho com uma das mãos. Eu gemia tão alto que tive receio de ouvirem nos outros quartos. Eu tremia toda e sentia arrepios dos pés à cabeça. Fiquei tão fraca que meus braços e pernas não aguentaram mais ficar de quatro e desabei na cama. Ele veio junto, com todo o seu peso, permanecendo vários minutos deitado em cima de mim com o pau enfiado bem fundo na minha bunda. Finalmente o pau dele foi amolecendo e fui contraindo meu cuzinho aos poucos, até expulsar aquela piroca gostosa de dentro de mim. A pôrra dele veio junto, saindo do meu buraquinho arrombado e escorrendo para as minhas coxas. Eu estava feliz e realizada. Adormeci novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei com aquele homem gostoso me olhando e acariciando meus cabelos. - Dormiu bem, querida? - disse ele beijando levemente meus lábios. Eu respondi que sim e o convidei para tomarmos um banho. Já era tarde e eu precisava voltar para casa. Tomamos um banho demorado e chupei o pau dele novamente embaixo do chuveiro. Então ele pediu que eu ficasse em pé, de costas para ele e apoiando meu corpo na parede. Abri minhas pernas um pouco, fiquei nas pontas dos pés e com a bundinha bem empinadinha. Ele veio por trás, colocou as mãos na minha cintura e meteu sua rôla todinha na minha bocetinha, me penetrando fundo e me arrancando gritinhos de prazer. Finalmente jogou a toalha no chão do banheiro e pediu que eu ficasse de joelhos na frente dele. Me ajoelhei, joguei meus cabelos para o lado, sorri para ele e olhei-o fixamente nos olhos. - Goza no meu rostinho de putinha, goza, gato! - disse eu provocando-o. Depois de punhetar o cacete por uns segundos ele gozou loucamente disparando jatos de pôrra quente nos meus lábios, queixo, olhos e cabelos. Me senti a mulher mais feliz do mundo. Passei a lingua nos lábios para sentir o gosto do leitinho do meu segundo homem. Não era ruim. Consegui engoliar o que estava na minha boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele me deixou em frente ao meu prédio por volta das 5:00hs da manhã. Eu estava exausta e só pensava na minha cama agora. Nos despedimos e ele perguntou se podia me ligar novamente. Eu disse que sim e passei pela portaria do prédio discretamente evitando chamar a atenção dos porteiros para os meus cabelos ainda molhados e aquela cara de quem deu a boceta a noite toda. Subi, fiz um lanche rápido e me preparei para dormir. Só de calcinha eu acariciei minha xoxotinha. Ainda estava dolorida depois de ser literalmente "rasgada" por aquele pau enorme e grosso. Aquela experiência havia sido algo único. Dormi com um largo sorriso nos lábios. No dia seguinte eu voltaria a ser a esposa fiel e dedicada de sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enviado por casadinha_carente [e-mail oculto]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766432366587621600-2908571570750717480?l=estoriasdesexocombr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/feeds/2908571570750717480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/fui-garota-de-programa-por-uma-noite.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/2908571570750717480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/2908571570750717480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/fui-garota-de-programa-por-uma-noite.html' title='Fui garota de programa por uma noite'/><author><name>Fernando de Gravata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13310829761623922701</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766432366587621600.post-8126404584450027601</id><published>2010-08-21T07:41:00.001-07:00</published><updated>2010-08-21T08:50:41.295-07:00</updated><title type='text'>Transando na fazenda</title><content type='html'>Meu nome é Renato, tenho 32 anos e vou contar a vocês uma estória que aconteceu  há aproximadamente quatro anos. Nesta época eu trabalhava como balconista em uma  padaria. Não era o trabalho dos meus sonhos mas ajudava a pagar meus estudos e  parte do aluguel do apartamento que eu dividia com mais dois amigos. O trabalho  na padaria era tranquilo e o que eu mais gostava era a quantidade de mulheres e  garotas que eu conseguia foder trabalhando lá. Não só as clientes mas também as  garotas que trabalhavam comigo. É claro que sou um cara bonito, e isso me dava  uma vantagem enorme em relação aos outros caras que também trabalharam lá. Quase  todos os dias uma mulher ou garota anotava o telefone no papel da conta antes de  entregá-lo a mim. E assim eu ia levando a vida. Trabalhando, estudando, metendo,  chupando bocetinhas lindinhas e tendo o meu cacete chupado pelas boquinhas mais  gostosinhas do bairro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia eu estava trabalhando normalmente quando um  cara chegou acompanhado de uma garota. Ela era linda, loira, olhos azuis,  rostinho de menina de 17 anos (que mais tarde me revelaria ter 21), dona de um  corpinho bem esculpido e uma barriguinha de dar água na boca. O cara era um boa  pinta, bem vestido e jeito de quem mandava e desmandava. - Deve ser filho de  algum manda-chuva por aí - pensei, tentando não olhar muito. Foram embora e eu  fiquei o dia todo com a imagem daquela menina na cabeça. Que garota lindinha.  Eu, que já tinha fodido tanta menina bonita, estava ali, com ciúmes de uma  garota que acabara de ver pela primeira vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas manhãs seguintes eles  apareceram mais algumas vezes. Às vezes se sentavam para comer e outras vezes  compravam e pediam para embrulhar. E em todas as ocasiões eu tentava de todas as  formas fazer com que aquela garota notasse minha presença. Um dia aconteceu.  Enquanto eu atendia os dois, o cara foi ao banheiro. Aproveitei que ela ficou  sozinha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Está gostando dos nossos lanches? - perguntei com um sorriso  largo nos lábios. Ela sorriu e disse que sim. Senti que eu não teria outra  chance. - Me dá seu telefone? - falei bem baixinho para não ser ouvido pelas  outras pessoas. - Não posso! Meu namorado não vai gostar. Me desculpe - ela  respondeu em voz baixa mas com seriedade na voz. Em vários anos aquele parecia  ser o primeiro fora que eu levava. Tirei o time de campo e voltei à rotina  normal. Mas ela era fácil de notar. Quase todos os dias ela passava por lá,  acompanhada pelo mesmo cara. Eu me contentava em olhar aquela bundinha  redondinha e imaginava como seria gostoso enfiar minha pica no meio das coxas  daquela loirinha lindinha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia minha sorte pareceu mudar. Ela chegou  sozinha e veio em minha direção. - Oi, Renato! Tudo bem? Acho que ainda não sabe  meu nome. É Aline - disse ela olhando no meu crachá. Eu a cumprimentei,  conversamos um pouco e fiquei sabendo que ela tinha brigado com o namorado. Por  esta razão ele não tinha dormido no apartamento dela e, consequentemente, não a  levou para tomar o café da manhã. Fiquei sabendo que ela morava sozinha em um  apartamento perto do meu trabalho há uns dois meses, estudava à noite e os pais  moravam em uma fazenda próxima da cidade. Conversamos bastante este dia e nos  dias seguintes ela começou a aparecer com mais frequencia. As vezes ia com o  namorado. As vezes ia sozinha. E eu fazendo de tudo para ganhar a confiança  daquela gatinha e ir logo no apartamento dela, comer a xaninha dela e depois  gozar naquele rostinho lindo. Não demorou muito e ela foi sozinha novamente. -  Outra briga com o namorado - pensei. Me deu seu telefone e pediu para eu ligar  no mesmo dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liguei assim que saí do trabalho. Ela me convidou para  passar no apartamento dela pois estava se sentindo muito sozinha. Aceitei o  convite imediatamente. Fui em casa, tomei um banho caprichado, peguei a moto e  fui visitá-la. Quando ela me atendeu na porta meu pau já começou a ficar duro.  Ela estava muito gostosinha. Parecia ter saído do banho. Seus cabelos ainda  estavam molhados e ela usava uma blusinha curta e um shortinho que mostrava boa  parte de suas coxas lisinhas. Me cumprimentou com um abraço e pediu que eu  entrasse. Me sentei e ela foi à cozinha preparar um suco. Quando ela se virou  meus olhos foram direto na bundinha dela. Sua bermudinha mostrava claramente a  calcinha todinha enfiada na bunda. Na hora imaginei a xoxotinha dela quentinha e  pronta para ser penetrada por uma pica bem dura. - É hoje que como esta gatinha  - pensei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela se sentou do meu lado, ligou a TV e conversamos bastante.  Fui aguentando a conversa até surgir a oportunidade certa. Então comecei a falar  da vontade que eu tinha de ficar com ela, da forma que ela chamou minha atenção  quando apareceu no meu trabalho pela primeira vez. Ela sorria bastante e vi que  eu estava fazendo progresso. Então ela aproximou sua boca da minha e me deu um  beijo cheio de tesão, enfiando e girando a lingua na minha boca. Na mesma hora  minhas mãos entraram na blusinha dela e senti aqueles peitinhos durinhos. O  corpinho dela tremeu e ela soltou um gemido bem gostoso, me abraçando apertado.  - Vamos mais devagar! Vamos assistir um filme? - disse ela se afastando um pouco  e abaixando a blusa novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela colocou o filme e veio ficar nos meus  braços. Abracei-a carinhosamente durante um longo tempo. Então comecei a alisar  as pernas dela, subindo minha mão até chegar nas coxas grossas e lisinhas. Ela  abriu as pernas levemente e fui em frente. Abri a bermuda dela e deslizei minha  mão para dentro da sua calcinha. A bocetinha estava depiladinha e ficou  molhadinha quando meu dedo médio procurou a entradinha da xaninha dela. Deslizei  o dedo até o fundo, arrancando um gritinho de tesão daquela gatinha gostosa. Ela  abria as pernas cada vez mais, como se quisesse gozar na minha mão. - Espere um  pouco! - disse ela, tirando minha mão da calcinha dela e se afastando um  pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gosto muito do meu namorado e sei que ele pode chegar a qualquer  momento. Se ele pegar a gente conversando não há problemas, mas se eu estiver na  cama com você, vai ser briga na certa. Estou louca para fazer sexo com você mas  não quero lhe causar problemas. Posso te fazer um convite? - disse ela fechando  a bermudinha novamente. Eu disse que sim e ela me convidou a passar o final de  semana na fazenda do pai dela. Aceitei o convite e combinamos os detalhes.  Iríamos no carro do meu pai na sexta-feira e voltaríamos no domingo a tarde.  Conversamos mais um pouco e me despedi dela com um beijo carinhoso naquela  boquinha pequena. - Você é muito cheirosinha, Aline - disse eu dando um último  beijo no pescoço dela. - E olha que você ainda não sentiu o cheiro agradável que  tenho aqui embaixo - disse ela com um sorriso todo safado e fechou a porta. Fui  para casa e bati uma punheta pensando naquela loirinha gostosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O final  de semana chegou e passei na casa da Aline na sexta-feira após o almoço. Ela já  me esperava. Estava muito gostosinha de blusa e sainha. - Espertinha essa garota  - pensei ao imaginar que ela vestiu saia só para sentir minha mão na bocetinha  dela durante a viagem. Botei o carro na estrada e começamos a conversar e rir  muito. A certa altura começamos a falar de sexo e meu cacete começou a endurecer  e ficar todo atravessado na minha calça. Ela notou e deu um sorrisinho de  putinha. - Isso tudo é para mim? - perguntou ela. - É sim. Passe a mão e veja se  gosta - Falei me livrando do cinto de segurança. Ela fez o mesmo e começou a  apertar minha pica por cima da calça. Depois abriu meu zipper, enfiou sua  mãozinha na minha cueca e puxou meu mastro para fora. - Uau! Que pau grande! -  disse ela rindo e começando a punhetar meu pau bem devagar. Enquando sua mão  tocava uma punheta bem gostosa no meu pau ela começou a abrir as pernas e  levantar a saia. Em seguida puxou a calcinha para o lado e levou minha mão até  sua xaninha. Apertei o grelhinho dela de leve no exato momento em que ela  começou a beijar a cabeça do meu pau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei louco ao sentir os lábios  macios dela em toda a extensão da minha rôla. Ela beijava e lambia como uma  putinha. Depois tentou enfiar na boca. - Não cabe! - disse ela rindo e me  olhando. Realmente a boquinha dela era muito pequena para um pau cabeçudo como o  meu. - Mas na sua bocetinha cabe? - perguntei massageando a xoxotinha dela. -  Sim. Vai ficar apertadinho mas cabe - ela respondeu mamando a cabeça da minha  rôla novamente. Meu cacete agora estava duro como rocha e minha respiração  ficava mais forte. - Não goze agora! Deixa para a noite que quero sentir a sua  pôrra quentinha dentro da minha boceta - disse ela colocando meu pau para dentro  da minha cueca e fechando minha calça. Depois arrumou a calcinha e a saia e  deitou um pouco o banco. Pude sentir que ela estava com muito tesão mas queria  se segurar até a noite. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos na fazenda e ela me apresentou aos seus  pais como um amigo do curso. Os pais dela me trataram muito bem e o lugar era  muito tranquilo. Ela tinha um irmão mais velho, mas ele estava em uma fazenda  próxima participando de um rodeio. - Menos mal! Menos um para atrapalhar a foda  que vou dar nessa garota. - pensei enquanto imaginava formas de comer a  xoxotinha da Aline sem os pais dela ficaram sabendo. Jantamos e, depois de  assistirmos TV e conversarmos bastante, a mãe dela preparou um quarto para eu  dormir. - Até agora nada de boceta. Será que vou ter que bater uma punheta de  novo? - pensei já começando a ficar preocupado. Quando todos já estavam se  preparando para dormir ela veio no meu quarto. Vestia uma camisola transparente  que permitia ver boa parte do sutiã e da calcinha dela. Eu já estava deitado e  ela se sentou na cama. Se abaixou carinhosamente e me deu um beijo no  rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não durma ainda. Vou esperar meus pais pegarem no sono e venho  me deitar com você - disse ela bem baixinho no meu ouvido e olhando para a  porta, com medo de ser vista. Concordei e ela passou algo da mão dela para a  minha. - Como você disse que sou cheirosinha eu trouxe algo que vai te deixar  bem acordado me esperando. Usei ela o dia todo hoje - ela falou com um sorriso  lindo. - Cuide bem dela até eu chegar - disse e se afastou, apenas encostando a  porta do quarto no qual eu estava. Abri minha mão e cheirei a calcinha que ela  me entregou. A mesma calcinha que ela usou na vinda para a fazenda. Aquele  cheirinho de xixi misturado com o cheiro da peteca dela fez meu pau querer  explodir. Enrolei a calcinha dela no meu cacete e comecei a bater uma punheta  bem devagar. - Não demore, gatinha! Quero você deslizando sua bocetinha lindinha  na minha pica - pensei me preparando para ficar bem acordado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não demorou  muito e a porta se abriu lentamente. No quarto um pouco iluminado pela luz da  janela eu não tive dúvidas. Era ela, descalça e nas pontas dos pés, para não  fazer nenhum barulho. - Shhhhh! Não faça barulho. Não podemos falar alto, tá? -  disse ela levantando o cobertor e se deitando do meu lado, ajeitando o corpinho  quentinho nos meus braços. Abracei e beijei aquela garotinha com muita vontade.  Ela lutava para não dar gemidos altos de tanto tesão que sentia. - Me abraça por  trás e me come! vem, Renato! Fode sua gatinha! - disse ela ficando de lado e de  costas para mim. Colei meu corpo nas costas dela, sentindo o tecido gostoso da  camisolinha que ela usava e comecei a beijar sua orelha. Neste momento tirei  minha cueca e posicionei meu pau no meio das coxas dela. Ela empinou a bundinha  um pouco mais, puxou a calcinha de lado, abriu a bocetinha um pouco até  agasalhar a cabeça do meu pau e pediu para meter. Meu cacete foi deslizando para  dentro de sua xoxotinha apertadinha. Ela estava molhadinha e se abria pouco a  pouco, para engolir toda a minha rôla. - Ahhhhhhhhhhhhh! Que gostoso, gato!  Mete, mete mais! - Ela gemia baixinho, se contorcendo toda e sua petequinha  apertava meu pau como se quisesse chupá-lo para dentro, até o talo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  Estou gozandooooooooo! Me come, me fode, arregaça minha boceta, vai! - ela disse  quase chorando e mordeu meu braço para não gritar. Senti um liquido quentinho  envolver minha pica. Aquela gatinha tinha gozado no meu cacete e agora estava  quietinha, respirando suavemente e totalmente entregue nos meus braços. Minha  pica continuava enterrada na bocetinha dela e eu agora me movimentava  lentamente, deslizando para dentro e para fora da xoxotinha molhadinha e  escorregadia. - Você é maravilhosa, Aline - disse eu apertando ela e beijando  sua nuca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vem por cima de mim. Me come mais, gatinho! - ela disse  rolando na cama e ficando de barriga para cima. Ela abriu bem as pernas e me  deitei em cima dela. Posicionei minha pica na entradinha da xoxotinha, fechei a  boca dela com a minha e soltei meu peso. Meu pau entrou rasgando a bocetinha  dela. - Huuuummmmmmmm, que delícia - ela gemeu gostoso, enfiando a lingua bem  fundo na minha boca. - Mete, gatinho, mete essa pica bem fundo em mim - disse  ela mexendo os quadris embaixo de mim. Como aquela menina mexia gostoso e tinha  um jeitinho todo especial de empurrar a boceta no meu pau, querendo engolir meu  mastro por inteiro. Ela era muito apertadinha. Parecia uma virgenzinha sendo  penetrada pela primeira vez. Comecei a meter bem rápido e fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vou  gozar, Aline! - disse eu mordendo a orelha dela. - Goza, Renato! Goza dentro da  boceta da sua gatinha! Vem! - disse ela cruzando as pernas na minha cintura e me  abraçando com toda a força. Explodi dentro da xaninha dela e jorrei muita pôrra  bem no fundo daquela bocetinha gostosa. - Que leitinho quentinho! Está me  queimando, gato! - ela disse sorrindo e me beijando. Ficamos ali, abraçadinhos,  namorando, até meu pau começar a amolecer dentro da petequinha dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  Tira bem devagar para não sujar o lençol - disse ela fechando as pernas e  ficando de lado depois que meu pau deslizou para fora da xaninha dela. Então ela  se levantou com as pernas juntinhas, para não deixar minha pôrra sair da  bocetinha e descer por aquelas coxas lindas. - Vou no banheiro. Aguarde uns 20  minutos e vá lavar esse pau gostoso. Amanhã quero ele de novo. Não faça muito  barulho - se abaixou, me deu um beijo, pegou as duas calcinhas e saiu nas pontas  dos pés novamente. Aguardei um pouco, fui ao banheiro lavar minha pica e voltei  ao quarto fazendo o mínimo de barulho. Dormi como pedra depois daquela foda  gostosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte almoçamos e ela disse que queria ir comigo a uma  das cachoeiras que haviam nos arredores. Prontamente eu disse que sim e fomos,  só eu e aquela delicia de menina. Eu já previa mais uma foda gostosa na  bocetinha dela. Quando chegamos ela tirou sua roupa e ficou apenas de biquini.  Estava a coisinha mais gostosinha do mundo. Fiquei só de sunga e entramos na  água. Eu quase enlouquecia abraçando e beijando o corpinho gostoso da Aline e  ela estava curtindo muito ficar comigo. Meu cacete estava duro o tempo todo e  ela ria de mim. - Já quer foder novamente, seu tarado? - dizia e me abraçava,  com as pernas em volta da minha cintura. - Vem cá! - disse ela pegando minha  mão, me puxando para fora da água e me levando em direção a umas pedras debaixo  de uma árvore. Ela então ficou de pé, de costas para mim, apoiando as mãos em  uma das pedras. Suas pernas se abriram levemente e sua bundinha foi empinando  aos poucos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Me fode por trás, Renato! Com toda sua força! Tira meu  biquini e me come, vem! Me dá essa pica gostosa! - ela falava enquanto eu tirava  a parte de baixo do biquini dela. Em seguida me abaixei, coloquei as mãos na  bundinha dela e a abri, mostrando a bocetinha rosadinha. Comecei a chupar a  xoxotinha dela de tal forma que ela foi empinando o corpo até ficar nas pontas  dos pés. - Isso, querido! Chupa sua putinha, chupa! Ahhhhhhhhhhhhhhhh! - ela  gemia como uma louca. - Enfia essa pica agora, vem, me dá esse pau! - percebi a  bocetinha dela molhadinha e me levantei, segurei firme na cintura dela e deixei  ela mesma posicionar meu cacete na entradinha da petequinha. - Mete, gato! -  disse ela no mesmo momento que meu pau foi abrindo aquela xoxotinha quase  virgem. Era tão apertadinha que ela parecia estar chorando de dor e prazer. -  Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Mete gostosoooooooo, meteeeeeeeee! - ela falava e gemia  descontrolada até que senti o corpinho dela tremer e os pelinhos dos braços dela  ficaram todos arrepiados. Aquela deliciazinha estava gozando na minha pica  novamente. Não aguentei vê-la gozando tão gostoso. Tirei meu pau da bocetinha  rapidamente e gozei na bundinha dela. Ela sorriu toda satisfeita, espalhando meu  esperma no corpinho lindo dela. Voltamos para a àgua novamente e namorei aquela  princesinha por mais algumas longas horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À noite ela ainda apareceu no  meu quarto para dormir um pouco comigo. - Quero só ficar aqui um pouquinho! Nada  de endurecer essa pica para o meu lado! Estou acabada, lindinho - disse ela  sorrindo e procurando ficar bem aconchegada nos meus braços. É claro que meu pau  ficou duro. Quem resiste a uma garota daquelas? Mas consegui me conter e  dormimos agarradinhos até de madrugada. No dia seguinte voltamos para a cidade e  a vida voltou ao normal. Ela voltou a dar a petequinha para o namorado e eu  voltei ao trabalho que mais me rendeu mulheres na vida. O bom disso tudo é que  me tornei um bom amigo da Aline. E muitas e muitas vezes ela me levou ao  apartamento dela só para revivermos as boas gozadas que tivemos na fazenda do  pai dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enviado por renato_gato [e-mail oculto]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766432366587621600-8126404584450027601?l=estoriasdesexocombr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/feeds/8126404584450027601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/transando-na-fazenda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/8126404584450027601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/8126404584450027601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/transando-na-fazenda.html' title='Transando na fazenda'/><author><name>Fernando de Gravata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13310829761623922701</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766432366587621600.post-3127635361616872563</id><published>2010-08-21T07:40:00.001-07:00</published><updated>2010-08-21T09:09:24.307-07:00</updated><title type='text'>Trocando a esposa pelo trabalho? Merece é chifre mesmo</title><content type='html'>Oi, gente! Meu nome é Cintia e tenho 26 anos. Sou casada com um homem  maravilhoso, que sempre cuidou muito bem de mim e nunca me deixou faltar nada.  Apesar de ser bem mais velho que eu (ele tem 43) nos damos muito bem e nunca me  arrependi de ter me casado com ele. A única coisa que me desagrada é o sexo. Nos  dois ou três primeiros anos de nosso casamento a gente fodia muito mesmo. Quase  todos os dias ele me fazia gozar em sua rôla quentinha e dura como pedra. Como  era gostoso dormir com o pau dele no meio da minha bundinha. Mas, infelizmente  isso não acontece mais. Ele perdeu totalmente o interesse por sexo, apesar de eu  ter certeza que ele ainda é muito apaixonado por mim.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;De uns tempos para  cá ele tem estado muito envolvido com o trabalho. Todos os dias chega muito  tarde em casa e sempre cansado. Mal temos tempo para conversar. Sexo então nem  se fala. Virou coisa rara. Já esqueci a quantidade de vezes que o deixei na cama  dormindo e fui me masturbar na internet, com algum cara me mostrando sua pica no  MSN, vendo fotos pornôs ou lendo contos de sexo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, cerca de uns 20  dias atrás ele passou dos limites e eu não o perdoei. Fiquei realmente chateada.  Já era comum eu ficar esperando por ele para jantarmos juntos e ele ligar em  cima da hora avisando que ficaria no trabalho mais um pouco e que eu deveria  jantar sozinha. Mas, desta vez havíamos combinado um jantar romântico, com luzes  de velas e tudo o mais. Caprichei em tudo, escolhi minha roupa mais sensual,  depilei minha boceta e cuzinho do jeito que ele gosta. Eu estava contando os  minutos para ele chegar e me pegar de jeito mesmo. Como eu sentia saudades de  fazer sexo ali mesmo, na sala, tipo amor selvagem. Já não fazíamos amor há uns  dez dias. Eu estava desesperada. Mas não deu certo. Sua excelência, o meu  marido, tinha de estragar tudo com o trabalho novamente. O danado ligou e  novamente disse que ficaria até mais tarde trabalhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei tão puta  de raiva que nem consegui comer nada do que eu havia preparado. Em vez disse  resolvi ir à praça de alimentação de um shopping uns 100 metros de nossa  residência. Fui a pé mesmo. Pensei que seria bom para dar uma refrescada na  cabeça. Pedi um suco e fiquei ali, passando o tempo e olhando o movimento.  Repentinamente senti duas mãos macias e cheirosas fecharem meus olhos por trás.  - Adivinha que é, Cintia - disse uma voz carinhosa bem pertinho do meu ouvido.  Eu conhecia aquela voz. Era o Alexandre, um antigo namorado. Na verdade foi meu  último namorado antes de eu começar a namorar meu marido. Agora o Alexandre  também era casado e imediamente me perguntei o que ele fazia ali sozinho.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convidei-o a se sentar comigo e ficamos conversando um tempão. Falamos  sobre coisas banais, nossos empregos, antigos conhecidos, antigos amores, etc. A  certa altura da conversa ele me perguntou como ia o meu casamento. Respondi que  estava bem, sem discutir os detalhes que não estavam me agradando nos últimos  tempos. - E o seu casamento? Como está indo? - eu lhe perguntei demonstrando  interesse.&lt;br /&gt;- Vai mal, Cintia! Muito mal - ele me respondeu demonstrando uma  certa tristeza no olhar.&lt;br /&gt;- Mal? - perguntei admirada. Ele apenas acenou com a  cabeça, confirmando. Olhei-o carinhosamente, como se quisesse confortá-lo. Por  um momento me lembrei o quanto eu o amei antes de nos separarmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você  está cada dia mais bonita, Cintia - disse ele quebrando o silêncio e acariciando  meu braço. Dei-lhe um sorriso. Ele também sorriu. E como seu sorriso estava  lindo. Em seguida, com naturalidade, pegou minha mão e a beijou.&lt;br /&gt;- Quer dar  uma volta comigo? - perguntou.&lt;br /&gt;- Onde?&lt;br /&gt;- Sei lá! Qualquer lugar. -  respondeu ele - vamos no meu carro. Na volta te deixo na sua casa.&lt;br /&gt;Resolvi  aceitar o convite. Percebi que ele estava precisando conversar e eu também. Se  meu marido chegasse em casa e ligasse no meu celular eu diria que saí para comer  algo e que voltaria rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos calados e ouvindo as músicas  românticas que tocavam no rádio do carro dele enquanto ele dirigia pela cidade.  Pouco depois me dei conta que ele estava saindo da cidade e pegando uma  auto-estrada.&lt;br /&gt;- Ei! Onde estamos indo? - perguntei, sorrindo e curiosa.&lt;br /&gt;-  Para um lugar sossegado - disse ele na maior naturalidade, me olhando dentro dos  olhos. &lt;br /&gt;Aquele "lugar sossegado" teve um efeito imediato na minha memória.  Lembrei-me do tempo em que eu namorava o Alexandre e de como a gente quase  acabou se casando. Não pude deixar de sentir uns arrepios de tesão ao relembrar  como ele metia gostoso na minha boceta e como eu adorava mamar sua pica  monstruosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o carro avançava eu ia pensando no que eu faria se  as intenções do Alexandre fossem realmente aquelas que estavam passando pela  minha cabeça. E, para minha surpresa, eu estava me sentido novamente muito  atraída por ele e com um desejo enorme de sentir seus braços fortes me  agarrando. Finalmente ele parou o carro em um posto de gasolina há bastante  tempo desativado.&lt;br /&gt;- Eu queria falar com você mais tranquilamente - disse ele  - e pensei que este lugar seria bom para ficarmos sozinhos um pouco. De fato,  estávamos em um lugar no qual não via nada, os poucos carros que passavam o  faziam em uma velocidade tão alta que ninguém nos perceberia ali. O Alexandre  então começou a falar da mulher dele. Disse que era uma esposa muito boa, bem  colocada profissionalmente, mas que não lhe estava dando "assistência". Chegava  em casa sempre cansada e não pensava em mais nada a não ser ir para a cama  descansar. Acabei confessando que esse também era o meu problema. Eu estava me  sentindo muito carente de carinho e sexo por parte do meu marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De  repente, senti o Alexandre colocar a mão no meu ombro. Meu coração deu um pulo,  começando a bater mais rápido, em desespero. - Gostaria muito de te beijar,  Cintia - disse ele me puxando carinhosamente para ele. Quase automaticamente  levei a boca em direção aos lábios dele e o beijei. Primeiro apenas roçamos  nossos lábios, depois foi um beijo cheio de paixão e tesão, de uma mulher que há  muito tempo não era beijada. Senti meu corpo ser tomado por uma sensação muito  gostosa. Então a mão livre do Alexandre pousou em um de meus seios e o acariciou  enquanto ele me beijava. Eu não sabia o que fazer. Fiquei sem reação. - Está só  passando a mão. Não deve acontecer mais nada - pensei com a cabeça rodando de  tão confusa que eu estava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Seus peitos são maravilhosos, Cintia -  disse ele com as duas mãos nos meus seios, apalpando-os vagarosamente. Dei-lhe  apenas um sorriso. Isso era algo que eu já sabia. Todos os homens com quem já  fiquei adoraram meus peitos grandes e ele mesmo já havia dito isso muitas vezes  antes. Me recordei de como ele gostava de colocar seu pau entre meios peitos e  ficar punhetando, até gozar se mordendo de prazer. &lt;br /&gt;- Deixa eu chupar estas  têtas gostosas! - ele pediu com uma carinha tão meiga. Hesitei um pouco. Eu  queria dizer "sim" mas minha voz não saia. E nem foi preciso. Minha blusa foi  puxada para cima e logo eu estava só de sutiã na frente dele. Ele me olhou por  um instante, como se quisesse memorizar a visão dos meus peitos "protegidos" por  meu sutiã. Finalmente ele desabotoou meu sutiã e meus peitos saltaram diante dos  olhos dele. - Ahhhhhhhhhhhhhhh, Alexandre! - soltei um gemido cheio de tesão  quando a boca dele veio parar nos biquinhos já durinhos. Ele mamava e apertava  meus peitos como nunca fizera antes. Em seguida sua mão entrou por debaixo da  minha saia e tocou minhas coxas, procurando minha calcinha. Desta vez eu não  hesitei. Fui abrindo as pernas aos poucos enquanto a mão dele encontrava minha  bocetinha já molhadinha. Ele pressionou os dedos contra meu grelhinho. Apenas o  tecido da minha calcinha separava minha xoxotinha daqueles dedos atrevidos. Eu  estava a ponto de gritar de tanto tesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concentrando a boca nos meus  seios o Alexandre puxou minha calcinha para o lado. Senti o momento chegar e  abri minhas pernas ao máximo. Seu dedo tocou meu grelhinho e dei um salto. Foi  um salto de prazer como eu não sentia há muito tempo. - Ahhhhhhhhhhh! Aí mesmo,  amor! - falei puxando ele para mim e dando-lhe um beijo de lingua. Eu sentia meu  corpo tremer de tanto tesão. &lt;br /&gt;- Agoro mulheres fogosas como você, Cintia -  disse ele alternando os beijos entre meus peitos e minha boca.&lt;br /&gt;- Você sempre  me achou fogosa, querido - respondi com um sorriso.&lt;br /&gt;- Não sei como a deixei  escapar, Cintia - disse ele enfiando dois dedos bem fundo na minha boceta. Eu  empurrava minha petequinha na mão dele, lambuzando seus dedos de tão molhadinha  que eu estava. Finalmente tirei a mão dele do meio de minhas pernas e pedi que  ele se deitasse um pouco em seu banco. Passei a mão no pau dele por cima da  calça. Estava realmente muito duro e pronto para me foder com muita vontade.  Abri a calça dele lentamente e tirei aquela pica enorme para fora. Seu pênis  pulsava nas minhas mãos, duro como rocha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você está me deixando doido  de tesão, Cintia - ouvi ele dizer entre os dentes. Eu também estava doida de  tesão. Abri minha boca e abocanhei o pau dele. Ele soltou um gemido forte e sua  mão foi novamente parar no meio das minhas pernas. Enquanto eu mamava aquela  rôla gostosa ele enfiava dois dedos na minha boceta, me deixando cada vez mais  molhadinha. Minha vontade era gritar "Me fode! Mete na minha boceta que não  aguento mais!". Mas eu me contive, com muito esforço. Contudo, ele pareceu ter  lido meus pensamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Encoste no banco e abra bem suas pernas - disse  ele, colocando meus cabelos para o lado e dando uma mordidinha bem gostosa na  minha nuca. Fui ao delírio. Me encostei no banco, abri bem minhas pernas, fechei  os olhos e esperei. Eu estava curiosa para ver como ele iria me comer naquela  posição, naquele carro tão apertado. Mas as intenções dele eram outras. Ele  ajoelhou-se como pôde e aproximou seu rosto da minha boceta. Senti ele beijar  minha virilha e ao redor da minha xoxotinha até começar a me lamber de uma forma  muito gostosa. Ele começava a lamber no meu cuzinho e só parava ao atingir meu  grelhinho já durinho de tesão. Então ele afastava a boca e dava tapinhas na  minha boceta totalmente depiladinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vou gozarrrrrrrrrrrrrrrrr! -  gritei como uma louca - Me come, Alexandre! Mete em mim, me dá essa pica! - eu  falava quase chorando, suplicando para ser fodida por aquele homem gostoso. Ele  então tirou sua calça e cueca. - Fique de joelhos no banco. Quero comer você por  trás - disse ele me ajudando a me posicionar. O melhor que pude, dentro daquele  carro apertado, fiquei de costas para ele, de joelhos no banco do passageiro,  com a bundinha bem empinadinha e esperei, ansiosa. Ele veio por trás de mim, se  apoiou como pôde, colocou uma mão na minha cintura e deixou seu pau sozinho  encontrar a entradinha da minha grutinha. Eu sentia sua pica roçar minha boceta  e me abri ao máximo.&lt;br /&gt;- Aiiiiiiiiiiii! Que delicia, gato! - gemi delirando  quando o pau dele deslizou vagarosamente para dentro de mim. Ele se movia  lentamente, para dentro e para fora da minha bocetinha encharcada.&lt;br /&gt;- Fode!  Mete forte, mete na boceta da sua putinha - eu gritava como louca querendo que  ele me fodesse mais rápido e mais forte. - Meu deus!!!!!!!!!! Estou  gozandooooooooo! Me dá essa vara todinha - disse eu sentindo o orgasmo chegar. O  pau dele mais parecia um tronco, de tão grosso e comprido que estava. E ele  estava metendo bem fundo, sem dó. Gozei como uma menininha apaixonada, gemendo  bem baixinho. Ele apenas beijava minha orelha e nuca e ria de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois  de uns dois minutos ele tirou seu pênis de dentro de mim. Ainda continuava  grande e duro. - Não gozou, querido? - perguntei dando-lhe um beijo na boca. Ele  sorriu e acenou negativamente com a cabeça. - Você quer gozar nos meus peitos  como antigamente, não é? - perguntei. Ele voltou a sorrir e acenou a cabeça  negativamente outra vez.&lt;br /&gt;- Quer um boquete? - perguntei e vi um sorriso de  satisfação em seu rosto. Me ajeitei no banco e abaixei meu rosto em direção ao  pau dele. Ele me fez parar. - Aqui no carro está muito apertado. Vamos lá para  fora! - disse ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei ao redor. Estava tudo muito calmo e não se via  nada. Saímos do carro e fomos para um canto ainda mais escondido, onde  encontramos um banco. O Alexandre colocou a camisa dele sobre o banco e eu me  sentei sobre ela. Em seguida ele ficou de pé na minha frente e colocou as mãos  no meu rosto. - Mama nessa pica, Cintia! Como você mamava quando a gente  namorada - disse ele ao mesmo tempo em que comecei a beijar a cabeça da rôla  dele. Minhas mãos massageavam suas bolas, levando-o ao delírio. Deixei juntar  muita saliva em minha boca e cuspi tudo no pau dele. Em seguida enfiei aquela  vara bem fundo na minha garganta. Havia tanto cuspe na pica dele que ficou muito  fácil bater uma punheta enquanto eu mamava e brincava com minha lingua na cabeça  enorme daquele pau grosso e comprido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vou gozarrrrrrr! Pôrraaaaaaaaaaa!  Ahhhhhhhhhhhhhh! - ouvi ele exclamar enrolando a mão dele nos meus cabelos e me  segurando firme pela nuca. Senti as golfadas de esperma quentinho na minha boca.  Fiquei paradinha e ele agora mexia os quadris, enfiando o pau entre meus lábios  como se estivesse metendo na minha boceta. Eu o olhava completamente apaixonada,  deixando pôrra escorrer pelos cantos da minha boca. Ele então me fez levantar e  me beijou nos lábios, ainda sujos do próprio esperma dele. - Mais uma vez vou  falar, Cintia. Não sei como a deixei escapar de mim - disse ele novamente  beijando meus peitos. Fiquei feliz com aquele comentário e dei-lhe um sorriso  muito carinhoso - Da próxima vez quero que goze nos meus peitos - falei - como  antigamente. &lt;br /&gt;- Há tantas coisas que quero relembrar com você, querida -  disse ele me abraçando carinhosamente e me levando de volta para o  carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu corpo tremia de desejo no caminho de volta para casa. Eu não  via a hora de marcar um novo encontro com o Alexandre. Diferente do que  acontecia antes, eu agora torcia para meu marido sempre chegar tarde do  trabalho. - Quanto mais tarde melhor, maridinho querido! - pensei quando entrei  em casa e o encontrei roncando no sofá. Também pudera. Já se passava da  meia-noite. Tomei um banho toda feliz da vida, acariciando minha petequinha.  Finalmente ela voltaria a ser fodida da forma que sempre mereceu. E meu marido?  É um corno agora. Ele fez por merecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enviado por casadinha [e-mail  oculto]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766432366587621600-3127635361616872563?l=estoriasdesexocombr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/feeds/3127635361616872563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/trocando-esposa-pelo-trabalho-merece-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/3127635361616872563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/3127635361616872563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/trocando-esposa-pelo-trabalho-merece-e.html' title='Trocando a esposa pelo trabalho? Merece é chifre mesmo'/><author><name>Fernando de Gravata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13310829761623922701</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766432366587621600.post-7286580251975400525</id><published>2010-08-21T07:39:00.000-07:00</published><updated>2010-08-21T09:09:41.099-07:00</updated><title type='text'>Duas garotas dando a boceta na boite</title><content type='html'>Olá a todos! Sou a Gabriela e vou contar uma estória de sexo bem legal que  aconteceu comigo recentemente. Tenho 25 anos e comecei a transar aos 16. Depois  disso não consegui mais parar. Já transei em vários lugares diferentes, tais  como praias, piscinhas, escadas, lanchas, carros, entre outros. Mas, nunca havia  transado em público, até minha amiga me colocar nesta enrascada.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Conheço  a Adriana há vários anos. Somos boas amigas e companheiras de farra. Sempre  saímos e aprontamos juntas. Ela é morena, tem 29 anos e um corpão de deixar  qualquer homem maluco. Eu sou loira, um pouco magra, bundinha bem gostosa e uns  peitinhos bem durinhos e lindinhos. Enfim, sou gostosinha e saío todos os finais  de semana com a Adriana para aprontarmos bastante com os caras. Nossa diversão  principal é fazê-los gastar muito com a gente durante as festas. É claro que no  final deixamos que eles nos levem para os móteis e comam nossas bocetinhas.  Tanto eu quanto a Adriana gostamos muito de sexo e gozamos como loucas,  principalmente quando os caras são bonitões ou fortões. Adoro ser agarrada e  fodida com força mesmo. Se me dar uns tapas na bunda antes de penetrar minha  boceta ou quando estiver me comendo por trás eu fico doidinha de tesão e gozo  como nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que saímos, nós combinamos com os caras para que eles  nos peguem e nos deixem em nossas casas. Quando isso não acontece a Adriana  passa em minha casa no carro do pai dela. Isso nos dá uma vantagem adicional.  Podemos agarrar vários caras na balada sem ficarmos presas e dependendo da  carona de alguém para voltarmos para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um destes finais de semana  nós combinamos mais uma farrinha. Ficou acertado que a Adriana passaria na minha  casa no sábado para me pegar e irmos a uma boite que não tinhamos ido ainda. -  Durma bem durante o dia, Gabi. Tenho uma surpresa especial para este sábado -  disse ela na sexta-feira à noite. Como conheço bem minha amiga eu sei o que  significa "surpresa especial". É sexo com alguns gatinhos na certa. Assim, no  sábado de manhã fui ao salão para depilar a petequinha. Gosto da minha bocetinha  e cuzinho sempre bem depiladinhos. Odeio perceber que um cara deixou de dar uns  beijos bem tesudos nas minhas virilhas por causa de pêlos. Deixar de chupar  minha boceta por causa de pêlos? Nem pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram aproximadamente umas  10:00hs da noite quando a Adriana parou o carro em frente ao meu prédio e ligou  no meu celular. Eu já estava pronta. Desci com um traje básico: blusinha, sutiã  mostrando uma pequena parte das alças (para provocar os tarados de plantão),  calça jeans, sandálias salto alto, cabelos soltos, um batom bem bonito e uma  calcinha bem pequenina e totalmente enfiada no meu rabo. Uns assobios dos dois  porteiros do prédio me confirmaram que eu estava realmente "no ponto" para mais  uma trepada gostosa. Adoro caminhar e ter a certeza de que algum homem está com  os olhos fixos na minha bunda. Meu cuzinho fica piscando quando isso  acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrei no carro e saimos em busca da boite e da surpresa que  ela prometera. Percebi que, diferente de outras noites, a Adriana estava usando  uma saia. E não era saia jeans ou brim. Era um tecido leve e florido. - Que foi,  Adriana? Você nunca sai usando saias - perguntei. - É parte da surpresa. Trouxe  uma para você também. Tire essa calça e vista-a - disse ela abrindo a bolsa e me  entregando uma sainha bem bonitinha, com o mesmo tecido fininho e com elástico  na cintura. Fiquei toda sem jeito. Como eu ia tirar minha calça jeans e vestir  uma saia com o carro em movimento e em uma avenida movimentada? E se alguém  filmasse ou tirasse uma foto? Era internet na certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai logo, bobinha!  Você não gosta de se exibir? - disse a Adriana se divertindo com a situação.  Comecei a tirar minha calça quase deitada no banco do passageiro. Com muito  custo consegui me trocar sem atrair a atenção dos outros carros. - Espero que  nenhum cara invente de dar um puxão nesta saia. Minha calcinha hoje não está  cobrindo nada - disse eu rindo da fragilidade do tecido das saias que estávamos  usando agora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos ao estacionamento da boite e ela ligou para um  cara chamado Mateus avisando que a gente tinha chegado e que queria que ele nos  aguardasse na entrada. Em seguida ela me falou um pouco mais sobre ele e como  tinham se conhecido. Fiquei interessada e louca para conhecer o cara que  passaria a noite inteira "cuidando" de nós duas. Assim que aproximamos da  entrada da boite ele acenou para a Adriana e pude perceber como aquele cara era  charmoso. Alto, moreno-claro, um pouco forte, aproximadamente 36 anos e dono de  um sorriso muito lindo. Ele já foi, de imediato, nos cumprimentando com selinhos  na boca e se colocando no meio de nós duas. Em seguida entramos os três  abraçados na boite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão logo entramos o Mateus chamou um garçom e este  nos levou a um camarote reservado bem no fundo da boite. Ficava em um canto bem  escuro. Aliás, a boite toda era muito escura. Apenas as luzes fracas acima de  cada camarote e as luzes de efeitos impediam que o lugar fosse completamente  escuro. Nos sentamos e o Mateus pediu umas bebidas. Conversamos muito e a  Adriana nos convidou para dançar. Ele recusou. Disse que queria nos observar  dançando de onde ele estava. Então a Adriana segurou minha mão e me arrastou  para a pista. Estava lotada. Tão logo começamos a rebolar nossas sainhas os  caras foram se aproximando. Haviam uns cinco ou seis caras dançando com a gente  e nos encoxando o tempo todo. Aquelas sainhas leves e fininhas eram um convite  irresistível. Logo começei a sentir os paus duros roçando minha bundinha e mãos  atrevidas levantando minha saia e tocando minhas coxas e calcinha. A Adriana  parecia estar se divertindo muito e logo fui entrando no clima. Deixamos os  caras realmente loucos com nossas provocações. O Mateus apenas nos olhava, rindo  e fazendo o sinal de "não" com a cabeça quando algum cara tentava nos beijar.  Dançamos mais um pouco e voltamos para a mesa. Depois de bebermos mais um pouco,  eu e a Adriana começamos a dividir a boca do Mateus. Como era gostoso beijar a  boca daquela delícia de homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos novamente para a pista de dança e  o Mateus continuava nos olhando. Mas agora ele estava com uma expressão  diferente no rosto. Parecia estar se desmanchando de tesão. Me concentrei nele e  percebi um movimento em seu braço. Eu não conseguia ver nada por baixo da mesa,  mas, o movimento do braço dele não me deixou com dúvidas. Ele estava batendo uma  punheta vendo a gente dançar. Me aproximei da Adriana. - Seu amigo está batendo  uma punheta, não está? - cochichei no ouvido dela. Ela olhou e ele sorriu  chamando-a na mesa. - Continue dançando e olhando para ele - disse ela indo em  direção a ele. Continuei dançando enquanto a Adriana se sentou ao lado do  Mateus, se beijaram muito e ele chamou o garçom. Em seguida a luz do nosso  camarote foi apagada. A Adriana começou então a beijar o peito dele e lentamente  começou a abaixar a cabeça, como se estivesse cansada e quisesse descansar a  cabeça no colo dele. Mas eu sabia de tudo. Ele enclinou a cabeça para trás e  parecia estar curtindo um boquete muito delicioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha bocetinha  palpitava de tesão agora. Eu também queria mamar naquele pau. Depois de alguns  minutos a cabeça da Adriana apareceu novamente. Ela se levantou e veio sorrindo  na minha direção. - Quer provar? - disse ela me dando um selinho na boca. - Ele  quer você agora! Vai - ela disse voltando a dançar no meio dos caras. Aquilo me  parecia loucura mas meu desejo falava mais alto. Eu queria passar por esta  experiência. Fui até o nosso camarote novamente e me sentei ao lado do Mateus.  Ele praticamente chupava meus lábios de tanto tesão que sentia. Em seguida  segurou minha cabeça e lentamente levou minha boca em direção àquela pica dura e  enorme. Eu não pensei duas vezes. Comecei a beijar a cabeça da rôla dele e logo  meus lábios envolveram aquele pau quentinho e duro. O Mateus então começou a  passar a mão na minha bunda, tentando levantar minha sainha. Me ajeitei um pouco  para facilitar os movimentos dele e senti sua mão na minha calcinha por trás.  Com um movimento calculado ele puxou minha calcinha todinha para o lado. Fiquei  molhadinha ao sentir o dedo indicador dele fazer pressão na entradinha do meu  cuzinho e depois penetrar fundo na minha boceta. Nisso a Adriana já estava de  volta na mesa beijando ele novamente e apertando meus seios. Eu tremia de tesão  e de medo, torcendo para que o escuro do nosso camarote impedisse todos de ver o  que a gente estava fazendo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tira sua calcinha, Gabi - disse ele  puxando minha cabeça para cima novamente e beijando minha boca com muita  vontade. - Ficou louco? - perguntei olhando para ele e para a Adriana com uma  cara assustada. - Se alguém filmar a gente aqui vão com certeza colocar na  internet. Meu pai me mata - eu disse ajeitando minha saia (a calcinha continuava  só de um lado da minha bunda e teria que esperar até uma ida ao banheiro). -  Ninguém vai ver não, Gabriela! Está muito escuro aqui. Tira logo - disse a  Adriana me dando um beijo bem molhado. Meu tesão foi lá em cima. Ela já tinha me  beijado antes mas toda aquela situação estava me deixando realmente louca. Olhei  para os lados toda desconfiada e tomei a decisão. - Vamos ao banheiro então,  Adriana! Vem - disse eu puxando a Adriana para o banheiro comigo. No banheiro  ela percebeu meu medo daquilo tudo e me abraçou carinhosamente. - Vem cá, amiga!  Vai dar tudo certo - disse ela dando uns selinhos nos meus lábios. Então tirou  minha calcinha lentamente, depois tirou a dela, fizemos xixi, colocamos as  calcinhas nas bolsas e voltamos para a mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que chegamos na mesa o  Mateus se levantou, me segurou pela cintura e me levou para a parede. Como nosso  camarote era o último, ficamos em um cantinho realmente escuro. Ele ficou de  costas para a parede e me abraçou por trás. A Adriana veio e me abraçou pela  frente. Fizemos um sanduíche muito gostoso. Ele beijava minhas orelhas e nuca  enquanto ela beijava minha boca e apertava os seios dela contra os meus. Tudo  isso em um rítmo gostoso acompanhando a música. Até o momento não levantávamos  nenhuma suspeita. Finalmente senti o pau dele no meio da minha bunda. Estava  quentinho e pulsava de tesão. A parte de trás da minha saia estava levantada,  mas quem visse pela frente, não suspeitaria de nada. Rebolei minha bundinha com  vontade naquela pica enorme até ficar com a xoxota molhadinha. Então pedi aos  dois para me abraçarem bem forte e empinei minha bunda um pouco, ajeitando a  cabeça do pau dele na entrada da minha petequinha. Ele fez uma leve pressão e o  cacete dele entrou em mim lentamente, me abrindo aos poucos. -  Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh, Mateus! - deixei escapar um gemido alto quando senti a rôla  dele todinha dentro de mim. Aquela situação estava me deixando tão excitada que  nem lembrei de camisinha. Só queria sentir o pau dele entrando e saindo da minha  bocetinha apertada. - Fode o pau dele, Gabi! Rebola na pica dele, sua safadinha!  - dizia a Adriana no meu ouvido, me abraçando, me beijando e acompanhando nosso  rítmo. As mãos do Mateus estavam agora dentro da minha blusinha, tocando e  apertando meus peitinhos durinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Agora é a Adriana, Gabi - disse ele  no meu ouvido. - Nãoooooooooooo, gatinho! Me come mais! Mete mais um pouco! -  falei quase chorando. Aquela pica estava tão gostosa dentro da minha boceta que  eu não queria parar. Queria ficar ali a noite inteira, dançando no meio dos dois  e sendo fodida igual uma putinha. Minha vontade era que todos chegassem para  perto da gente agora e ficassem assistindo. Queria que vissem minha carinha de  safadinha rebolando naquele pau cheio de tesão. - Depois você vem novamente -  disse ele me empurrando um pouco. Senti o pau dele sair de dentro de mim  lentamente e ir parar dentro da calça dele novamente. Ajeitei minha saia e  troquei de lugar com a Adriana. Ela ficou de costas para mim e de frente para  ele. Abracei-a por trás com muito tesão e vi o Mateus tirar o pau para fora  novamente. Estava enorme e duro como pedra. A Adriana então abriu as pernas  levemente, levantou a parte da frente da sainha dela, forçou a região pélvica  para a frente e encaixou aquele pau gostoso na boceta dela. O Mateus a abraçou  com força mesmo e começamos os três a nos movimentar lentamente, acompanhando a  música. - Aiiiiii, gostoso! Me fode! Mete! - falava a Adriana enquanto ele  pressionava o corpo dela contra o meu. Comecei a beijar o pescoço, nuca e  orelhas da Adriana. Ela sempre foi cheirosinha mas esta noite ela estava  irresistível. Ela gemia de tesão entre nós dois. - Vou gozarrrrrrrrrrrr!  Ahhhhhhhhh! - ela explodiu em um orgasmo delicioso beijando o Mateus loucamente.  Ele apenas ria de tudo aquilo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deixa eu ir de novo? - eu disse aos  dois depois que a Adriana ficou uns longos minutos abraçada com ele, com a  cabeça em seu ombro. Olhei novamente em volta. Todos estavam dançando e pareciam  não se preocupar com a nossa "festinha" naquele cantinho escuro. A Adriana então  veio por trás de mim e fiquei de frente para o Mateus. Agora foi a minha vez de  forçar minha boceta naquela pica gostosa. Eu nunca tinha sido comida em pé pela  frente mas estava gostando muito. A impressão que tive é que minha petequinha  ficou duas vezes mais apertadinha e parecia agarrar e segurar aquele pau  quentinho bem dentro de mim. O Mateus me agarrava com força mesmo e metia sem  dó. - Mete, gato! Mete bem fundo na minha boceta - eu gemia no ouvido dele,  querendo ser penetrada cada vez mais forte e mais fundo. Eu estava muito  excitada e comecei a beijar a boca dele anunciando que queria gozar naquela pica  dura e gostosa. - Goza no pau dele, Gabi! Gozem juntinhos - ouvi a Adriana falar  no meu ouvido no exato momento que senti uns jatos de pôrra bem quentinha bem no  fundo da minha xoxotinha. Aproveitei e aumentei meu rítmo. - Estou  gozandooooooooooooo! Meu Deussssssss! Não pára, Mateus! - disse eu com os olhos  cheios de lágrimas de tesão e quase sem voz. Minha bocetinha apertava o pau dele  de forma descontrolada, como se quisesse sugar aquela vara para dentro de mim. -  Gozaram, meus amores? - perguntou a Adriana fazendo um carinho nos meus cabelos  ao perceber minhas pernas tremendo de tesão no meio dos dois. Tudo que eu queria  agora era me deitar e descansar um pouquinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tira seu pau rapidinho,  gato! Sua pôrra está escorrendo pelas minhas pernas! - disse eu ao Mateus ao  sentir o esperma dele saindo da minha petequinha. Ele foi se afastando aos  poucos e vi seu pau um pouco duro ainda saindo de dentro de mim, trazendo boa  parte de seu esperma junto. - Vá ao banheiro lavar essa xoxota deliciosa, Gabi -  disse ele sorrindo e me dando um beijo na boca. Agarrei a Adriana pela mão e  fomos ao banheiro. Aquele gato tinha jorrado tanto esperma dentro da minha  boceta que tive que andar com as pernas juntinhas para não deixar cair nada no  caminho. Minha amiga ria demais me vendo naquela situação. Já no banheiro nós  duas rimos muito. Aquela tinha sido realmente uma experiência maravilhosa.  Finalmente expressei minha preocupação em relação ao Mateus não ter usado  camisinha. A Adriana disse que ele era um cara que selecionava bem suas  parceiras e não era sempre que ele transava sem proteção. Fique um pouco mais  calma. Não tinha medo da gravidez, mas sim de alguma doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos do  banheiro e ficamos nos divertindo muito ainda com o Mateus. Realmente ele era um  cara sensacional. Na ida para casa passamos em um motel e transamos os três por  mais algumas horas. Já gozei em muitas picas, mas a daquele cara foi realmente  uma das melhores. Finalmente a Adriana me deixou em casa. Devolvi a sainha a ela  e pedi que a guardasse para uma próxima oportunidade. Ela sorriu e me deu um  beijo gostoso na boca. Não sou lésbica, mas minha amiga tem uma boquinha tão  gostosa que não resisto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, esta foi minha primeira experiência de sexo  em lugares públicos. Outras já aconteceram, mas, como dizem por aí, a primeira  vez a gente nunca esquece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enviado por gabi_loirinha [e-mail oculto]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766432366587621600-7286580251975400525?l=estoriasdesexocombr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/feeds/7286580251975400525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/duas-garotas-dando-boceta-na-boite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/7286580251975400525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/7286580251975400525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/duas-garotas-dando-boceta-na-boite.html' title='Duas garotas dando a boceta na boite'/><author><name>Fernando de Gravata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13310829761623922701</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2766432366587621600.post-3714889250572451628</id><published>2010-08-21T06:47:00.000-07:00</published><updated>2010-08-21T09:09:58.594-07:00</updated><title type='text'>Dei a boceta para o pai da minha amiga</title><content type='html'>Meu nome é Flávia, tenho 24 anos e sou estudante de direito. Esta estória que  vou contar a vocês aconteceu poucos meses após minha entrada na faculdade. Na  época eu tinha 21 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo nos primeiros dias de aula me tornei muito  amiga de uma garota chamada Carol. Ela era muito estudiosa, bonita, tinha 19  anos e nos dávamos muito bem. A Carol era o tipo de garota que preferia  dispensar festas, namorados e diversão para estudar nos finais de semana. E foi  assim que nos tornamos companheiras de estudo e as melhores alunas de nosso  curso.&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Carol era filha única e morava com seu pai, um senhor de  aproximadamente 48 anos, divorciado, bonitão e que fazia muito sucesso com as  mulheres, segundo minha amiga. Mas devia fazer mesmo. Ele sabia se cuidar, era  dono de uma casa muito bonita e um carro muito luxuoso. Não era o meu tipo.  Nunca gostei de homens muito mais velhos que eu. Assim, nunca dei mole durante  minhas idas lá para estudar com minha amiga. É claro que o peguei várias vezes  olhando para a minha bunda e algumas vezes mostrei minha calcinha de próposito  quando aparecia por lá usando minha sainhas curtinhas, só para ver a reação  dele. Me divertia um pouco imaginando os pensamentos que ele tinha em relação  àquela moreninha gostosinha, de cabelos longos, peitinhos pequenos e bundinha  empinadinha que andava com sua filha. Mas ficou só nisso mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia  cheguei na casa da Carol para estudarmos. E, assim que entrei, seu pai me  recebeu na porta. Para minha surpresa a Carol gritou do sofá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pai, hoje  é aniversário da Flavinha - de fato era meu aniversário, mas não entendi o  motivo de ela ter dito a ele. Quando percebi ele já estava me abraçando, bem  apertado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Feliz aniversário! Continue linda e gostosinha por muitos  anos ainda - disse ele, começando em voz alta e terminando bem baixinho no meu  ouvido. Na hora senti minha calcinha molhadinha. Parece que senti um liquido se  soltar e descer pela minha boceta, indo parar no fundo da minha calcinha e logo,  pensei apavorada, ia passar para a minha calça jeans. Nunca tinha sentido aquilo  antes. Parecia que tinha tido um orgasmo só de ser abraçada por aquele homem.  Ele estava muito cheiroso e seu hálito era a coisa mais gostosa do  mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ele me soltou senti as pernas tremerem. Eu tinha mesmo  gozado? Minha cabeça rodava e procurei o sofá imediamente. Fiquei toda  envergonhada. Meu rosto estava vermelho. A Carol ria de mim enquanto seu pai  disfarçou e subiu para o andar superior da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Flavinha, meu pai fez  você gozar? - disse ela em tom de brincadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pára com isso. Não  aconteceu nada. Foi só um abraço - disse eu enquanto passava a mão na minha  xoxotinha por cima da calça para me certificar de que ainda restava alguma coisa  seca por lá. Começamos a estudar e tudo correu bem. Mas, minha cabeça estava em  outro lugar. Eu não parava de pensar no pai da Carol, na forma como suas mãos  massagearam minhas costas durante aquele abraço. Eu agora queria mais. Queria  sentir aquele homem em cima do meu corpinho frágil, soltando o peso dele em cima  de mim e me penetrando bem fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dias se passaram e meu tesão  aumentava. Havia vários caras querendo me levar para a cama mas eu só queria  aquele senhor cheiroso e carinhoso. Eu precisava voltar à casa da Carol sozinha,  em uma hora em que o pai dela estivesse também sozinho. Comecei a prestar  atenção nos detalhes. A empregada só ia no período da tarde. Ele era aposentado,  não trabalhava. Ficava em casa o tempo todo apenas lendo e navegando na  internet. Nossas aulas na faculdade eram de manhã. A Carol nunca faltava às  aulas. O plano estava bolado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma amanhã acordei decidida. Não  aguentava mais. Minha xaninha precisava sentir um pau bem duro e gostoso. E o  pai da Carol precisava fazer isso comigo. Não queria outro. Tomei um banho bem  demorado, me depilei (até o cuzinho, por precaução), vesti uma blusinha  curtinha, mostrando a barriga, calcinha preta fio-dental, uma sainha um palmo  acima dos joelhos, cabelos soltos, sandálinhas baixas, batom e camisinhas na  bolsa. Primeiro liguei para a Carol na faculdade avisando que não iria à aula.  Em seguida liguei na casa dela, avisando ao pai dela que tinha esquecido uma  revista na sala e que passaria lá para pegar. Ele gentilmente concordou em me  receber. Peguei o ônibus e fui em busca da transa que eu mais aguardei na vida.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de meia-hora cheguei na casa da Carol. Eram aproximadamente umas  nove horas da manhã. Eu tinha até o meio-dia. Tempo suficiente para uma boa  trepada. Toquei a campanhia e fui prontamente recebida. O pai da Carol sabia  mesmo das coisas. Cheiroso novamente, barba feita, bermuda, camisa. O cabelo  ainda molhado denunciava um banho de uns 20 minutos atrás. Me abraçou novamente.  Desta vez ainda mais demorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem-vinda, Flávia, fique à vontade -  disse ele me conduzindo até o sofá e se sentando na poltrona na minha frente.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Obrigada! Vim mesmo só pegar a revista que esqueci. Lembro que a  deixei aqui nesta mesinha - disse eu indicando uma mesinha do lado do sofá no  qual eu me encontrava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deve estar no quarto da Carol, não? - disse ele  - ou talvez embaixo do sofá. Aquela foi a senha. Imediatamente levantei do sofá  e fiquei de quatro, abaixando-me para olhar embaixo do sofá. Minha bundinha  empinadinha para o lado dele teve o efeito desejado. Na mesma hora senti sua mão  roçar minhas pernas e levantar minha saia, revelando a calcinha toda enfiada na  minha bunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fique assim mesmo, de quatro e com a bunda bem empinadinha  - disse ele enquanto se posicionava atrás de mim, beijando minha bunda. Suas  mãos percorriam minhas pernas vagarosamente, me provocando arrepios e gemidos  deliciosos. Em seguida ele me pegou pela cintura, me direcionando de forma a  apoiar o restante do meu corpo no sofá. Com os joelhos no carpete macio e minha  bunda empinada no máximo eu só podia olhar para aquele homem por cima do ombro  e, com um sorriso nos lábios, admitir que eu era agora todinha dele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  Você é a coisa mais lindinha do mundo, Flávinha - disse ele enquanto descia  minha calcinha lentamente, aproveitando a visão gradativa da minha bocetinha  sendo revelada. Levantei um joelho e depois o outro e vi minha calcinha ir parar  na mão dele. Que delicia foi ver aquele homem segurando minha calcinha e  cheirando ela para eu ver. Minha xoxota já estava molhadinha, ansiosa para ser  penetrada sem dó. Ele voltou a atenção para a minha bunda. Fechei os olhos e  soltei um gritinho quando senti aquela lingua quentinha encostar no meu  grelhinho já durinho de tesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Me chupa, Seu Carlos - disse eu enquanto  ele beijava e lambia minha xaninha. Eu rebolava bem gostoso na cara dele,  querendo sua lingua atrevida dentro de mim. Por vezes a lingua dele forçava a  entrada do meu cuzinho. Aquilo estava me deixando louca. - Me come! Agora! Me  fode com esse pau gostoso! Fode sua putinha - falei enquanto me sentava no sofá,  com as pernas bem abertas. Eu podia ver pelo volume da bermuda dele que seu pau  estava enorme, querendo saltar para fora logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Antes quero que chupe  meu pau, sua cadelinha - disse ele ficando em pé na minha frente. Abri a bermuda  dele e a tirei junto com sua cueca. Aquele pau enorme saltou para fora,  totalmente ereto. Segurei-o com as duas mãos. Estava quente e latejava quando  aproximei meus lábios. Inicialmente dei beijinhos ao longo daquele cacete lindo  e enorme e logo comecei a deslizar os lábios nele, sentindo a textura do mastro  duro que estava prestes a explodir na minha carinha de safada. A cabeça do  cacete daquele homem era tão grande que mal consegui fazê-la entrar na minha  boca. E comecei a mamar tão gostoso que minha xaninha palpitava de tanto desejo,  prevendo o trabalho que ela teria para encaixar aquele pau delicioso. As mãos  dele procuraram meus cabelos, segurando minha cabeça fortemente enquanto fodia  minha boca com aquele cacete enorme e duro como pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Me dá essa  bocetinha, Flavinha! Quero te foder bem gostoso, gatinha - disse ele tirando  minha blusa e sutiã e ficando de joelhos no carpete, na minha frente. Começou a  beijar minha boca, pescoço, orelhas e foi descendo, até meus peitinhos durinhos.  Soltei gritinhos de tesão enquanto aquela boca quente e molhada chupava os bicos  dos meus seios. Fui abrindo as pernas e levando meus quadris para a beirada do  sofá, em direção àquele pau enorme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Me beija e me fode - pedi, ao mesmo  tempo em que ele colocou a camisinha e começou a forçar a entradinha da minha  grutinha quentinha e escorregadia. Minha bocetinha recebeu aquele pau  gentilmente, se abrindo toda e engolindo aquela vara grossa e dura. A cada  centimetro eu urrava, mordendo os lábios daquele homem gostoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ahhhh!  Fode! - gritei, colocando minhas pernas nos ombros dele e apertando aquele pau  gostoso dentro da minha bocetinha molhadinha e apertada. Ele agora apenas me  olhava, fazendo um movimento rápido de vai-e-vem dentro de mim, por vezes tirava  o pau quase todo, deixava apenas a cabeça do cacete dentro de mim e voltava e  enfiar tudo de uma só vez, bem forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vou gozar! Safado! Velho safado e  cretino! Ahhhhh! - gritei colocando meus braços ao redor do pescoço dele e  puxando-o para perto de mim. Explodi em um gozo delicioso e senti meu liquido  deixar aquele pauzão ainda mais escorregadio dentro da minha xoxotinha  gulosinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ficou parado, olhando nos meus olhos, esperando eu me  recuperar. Seu pau duro como pedra agora entrava e saia bem lentamente da minha  xoxota. - Fique de joelhos no sofá - disse ele tirando o pau de dentro de mim de  uma só vez. Confesso que senti minha bocetinha tentando agarrar e segurar aquela  piroca por mais uns instantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vem! Me come por trás, velho gostoso! -  disse eu de joelhos no sofá e me empinando o máximo que eu podia. Eu sei que  tenho uma bundinha gostosa e gosto de exibí-la. Coloquei as mãos para trás no  meu bumbum e abri ele, revelando meu cuzinho depiladinho e minha xoxotinha  linda. Ele veio por trás, segurou firme na minha cintura e deslizou para dentro  de mim novamente. - Aiiii - gritei enquanto aquele pau enorme ia me abrindo  pouco a pouco, até o fim, me enchendo todinha. Então começou a se movimentar  lentamente beijando meu pescoço e sussurrando no meu ouvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Está  gostando de sentir meu pau duro na sua bocetinha, putinha safada? - disse ele. E  isso foi o bastante para eu explodir novamente. Gozei como uma louca, rebolando  e gemendo. Ele veio em seguida, urrando e me apertando fortemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  Ahhhhhh! Gozei, safadinha linda! Que bocetinha gostosa! - disse ele tirando o  pau rapidamente de dentro de mim, tirando a camisinha e procurando minha boca.  Segurou firme meus cabelos e enfiou aquele pau ainda duro na minha boquinha  pequena. Mamei todo o restinho da porra que ainda saia. Engoli tudo. Aquele  senhor me deixou com tanto tesão que eu estava me sentindo uma perfeita  putinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Obrigada, Seu Carlos! Há tempos não me comiam tão gostoso! -  me levantei, nos abraçamos e ele me levou para o banheiro nos braços. Foi um  banho bem demorado. Nós dois juntinhos, namorando. Até que me lembrei do  horário. Me desesperei ao perceber que já era meio-dia. Desci as escadas me  enxugando, desesperada. Me vesti às pressas e saí correndo em direção à porta de  entrada. Mas já era tarde. A Carol já estava tocando a campanhia. O jeito foi  confessar que tinha ido lá para dar para o pai dela mesmo. Para minha felicidade  ela aceitou numa boa e continuamos sendo boas amigas. E eu continuei a levar a  vara enorme daquele senhor na minha xaninha pequenina e apertada por um bem  tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enviado por ninfetinha_gata [e-mail oculto]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2766432366587621600-3714889250572451628?l=estoriasdesexocombr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/feeds/3714889250572451628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/dei-boceta-para-o-pai-da-minha-amiga.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/3714889250572451628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2766432366587621600/posts/default/3714889250572451628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estoriasdesexocombr.blogspot.com/2010/08/dei-boceta-para-o-pai-da-minha-amiga.html' title='Dei a boceta para o pai da minha amiga'/><author><name>Fernando de Gravata</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13310829761623922701</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
